- Bitcoin ficou próximo de $ 92.000 no início desta segunda, com as ações asiáticas em leve alta e o foco em dados de inflação nos EUA.
- Na China e Hong Kong, Xangai subiu 0,24%, SZSE Components avançou 0,60% e Hang Seng ganhou 0,14% (China A50 caiu 0,77%).
- Nos EUA, o S&P 500 fechou a sexta-feira em alta após um mercado de trabalho que teve contratação menor que o previsto e desemprego em 4,4%.
- O mercado aguarda o CPI de dezembro, que sai na terça, e o Fed Beige Book na quarta, antes da reunião de política monetária dos dias 27 e 28 de janeiro.
- A intimação de grande júri ao presidente do Fed, Jerome Powell, gerou novo risco para juros e dólar, enquanto o petróleo sobe com tensões no Irã.
Bitcoin opera próximo de US$ 92 mil no início da sessão asiática, com ações na região em leve alta e investidores de olho em dados de inflação dos EUA, no cerne das atenções. A volatilidade permanece moderada, enquanto rumores sobre política cambiam o humor do mercado.
Na China e em Hong Kong, o tom foi estável: Xangai subiu 0,24%, o componente SZSE avançou 0,60% e o Hang Seng registrou alta de 0,14%; o China A50 caiu 0,77%. O nervosismo em relação a tarifas e política pesa sobre o humor regional.
Panorama de mercados
- Bitcoin: US$ 92.122, alta de 1,7%
- Ether: US$ 3.158, queda de 2,2%
- XRP: US$ 2,10, alta de 0,4%
- Valor total de criptomoedas: US$ 3,23 trilhões, alta de 1,6%
Wall Street abriu com tom de suporte para as bolsas asiáticas, após fechamento positivo na sexta-feira. O S&P 500 avançou, ajudado por um relatório de empregos que mostrou contratação menor do que o previsto e queda da taxa de desemprego para 4,4%. A Suprema Corte adiou decisões sobre as tarifas propostas pelo governo de Donald Trump.
A leitura de Bitcoin permanece sem direção clara, com US$ 91 mil atuando como nível de pivô. Participantes do mercado ajustam posições diante de expectativas de cortes de juros, variações do dólar e apetite por risco, mantendo cautela antes de próximos dados macro.
Dados e agenda
A agenda macro começa já na terça-feira, com o CPI de dezembro, seguido pelo Beige Book do Fed na quarta-feira. O mercado também monitora a reunião de política monetária do Fed prevista para 27 e 28 de janeiro.
A coletiva de imprensa e a pauta do Federal Reserve ganharam novo foco após o chairman Jerome Powell afirmar que o Fed recebeu subpoenas do gran jury ligadas ao processo de reforma do prédio da instituição, contribuindo para o cenário de risco para juros e câmbio.
O petróleo ampliou ganhos, acompanhando tensões no Irã e a possibilidade de interrupções na oferta. No radar, ainda pesam questões geopolíticas que podem ampliar a volatilidade nos mercados de commodities.
Para o criptomercado, o principal driver continua sendo a trajetória da inflação norte-americana e as expectativas de política de juros. Investidores seguem atentos a sinais que possam confirmar ou mudar o cenário de afrouxamento em 2026.
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