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Diretor da PF e Galípolo discutem futuro do caso Master após operação

PF e Banco Central discutem hoje os próximos passos do caso Master, após a segunda fase da operação Compliance Zero e entrega de material ao STF

Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central
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  • Diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Passos Rodrigues, e o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, devem se reunir ainda hoje para discutir o avanço das investigações sobre o banco Master.
  • A reunião será presencial, conforme aliados de ambas as autoridades.
  • O Banco Central identificou os primeiros indícios de crimes contra o sistema financeiro nacional e informou a PF no primeiro trimestre do ano passado, dando início à operação.
  • A segunda fase da operação Compliance Zero atingiu familiares e financiadores do banco de Daniel Vorcaro.
  • O destino do material apreendido permanece com o ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli, que determinou que as provas sejam entregues ao STF, lacradas, para análise, gerando incerteza sobre quando as perícias ocorrerão.

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Passos Rodrigues, e o presidente do Banco Central, Gabriel Galipolo, devem se reunir nesta tarde para discutir o andamento das investigações sobre o banco Master. O encontro será presencial, conforme fontes próximas aos dois órgãos.

A divulgação não foi oficializada pelo governo, mas aliados confirmam o encontro após a conclusão da segunda fase da operação Compliance Zero, que atingiu familiares e financiadores do banco de Daniel Vorcaro. O objetivo é alinhar próximos passos.

Segundo apuração, o Banco Central identificou os primeiros indícios de crimes contra o sistema financeiro nacional e acionou a PF no primeiro trimestre do ano passado, iniciando a ofensiva que pode figurar entre as maiores fraudes bancárias já registradas no país.

O destino dos relatórios e provas colhidos passou a depender de decisão superior. O ministro do STF Dias Toffoli ordenou que todo o material apreendido pela PF seja entregue ao STF, lacrado e acautelado, para análise.

Essa instrução gerou estranheza entre investigadores, que ainda não sabem quando poderão periciar os achados e retomar o andamento das investigações, mesmo diante de avanços no campo operacional.

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