- O início de 2026 traz alta nos combustíveis devido a ajustes tributários (ICMS) e fatores sazonais, segundo Renato Mascarenhas, da Edenred Mobilidade.
- A gasolina subiu e atingiu valores não vistos há meses, atribuída à elevação da alíquota do ICMS estadual.
- O etanol também reajustou, porém de forma mais moderada, relacionado à safra e à demanda do mercado.
- Dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP) indicam preço médio da gasolina em volta de R$ 5,50 por litro em algumas regiões, e etanol em R$ 4,20, com altas de cerca de 10% em relação ao mês anterior.
- A Edenred Mobilidade orienta acompanhar a legislação tributária, considerar alternativas de transporte e praticar o uso racional do veículo para reduzir custos.
O início de 2026 traz reajustes nos combustíveis, impactando o bolso do consumidor. O aumento é atribuído a mudanças na alíquota do ICMS e a fatores sazonais que alteram a demanda por gasolina e etanol. A combinação de tributos e sazonalidade influencia o preço final nas bombas.
Segundo Renato Mascarenhas, diretor da Edenred Mobilidade, o começo de ano costuma registrar ajustes de preço. A elevação está ligada a alterações na política tributária estadual e a variações na demanda de combustíveis, que costumam ocorrer neste período.
A gasolina registrou alta expressiva nas últimas semanas, com reajustes acima de patamares vistos há meses. A alta é associada às mudanças na alíquota do ICMS sobre o combustível, conforme dados de monitoramento do setor.
O etanol também subiu, mas de forma mais contida. O ajuste acompanha a safra e a demanda do mercado de combustíveis, segundo análises do setor.
Dados da Agência Nacional do Petróleo indicam preço médio da gasolina em R$ 5,50 por litro em regiões específicas, enquanto o etanol chegou a R$ 4,20. Os valores representam aumento de cerca de 10% em relação ao mês anterior.
Para o consumidor, o peso do reajuste é maior entre quem depende do carro para deslocamentos diários. A tendência é de continuidade dos preços elevados nos próximos meses, sujeita a fatores econômicos e políticos.
A Edenred Mobilidade recomenda atenção à legislação tributária e às condições do mercado para planejamento de gastos com combustível. Buscar alternativas de transporte e adotar o uso racional do veículo podem ajudar a reduzir custos.
O cenário reforça a necessidade de políticas públicas que equilibrem cobrança fiscal e bem-estar do consumidor, evitando aumentos abusivos e assegurando estabilidade no mercado de combustíveis.
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