- Os contratos futuros de petróleo Brent para março subiram 1,2%, fechando a US$ 86,50 o barril, e o WTI para fevereiro avançou 1,4%, a US$ 84,20 o barril.
- O movimento acompanha falas de Donald Trump no Fórum Econômico Mundial, em Davos, que sinalizaram força da economia dos Estados Unidos.
- A Agência Internacional de Energia revisou para cima a previsão de demanda global de petróleo em 2026, com crescimento de 2,2 milhões de barris por dia, impulsionado pela China e pela Índia.
- O mercado também fica atento à possibilidade de cortes de produção pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados, para sustentar os preços.
- A recuperação econômica mundial e tensões geopolíticas na região do Oriente Médio ajudam a manter a demanda esperada e o otimismo do mercado.
O petróleo fechou em alta nesta quarta-feira após declarações de Donald Trump, ex-presidente dos EUA, no Fórum Econômico Mundial de Davos, e com a AIE revisando para cima a previsão de demanda global. Brent para março avançou 1,2%, a US$ 86,50 o barril, enquanto o WTI para fevereiro subiu 1,4%, a US$ 84,20.
Trump afirmou, em Davos, que a economia dos Estados Unidos permanece forte e deve seguir crescendo, o que aumenta a expectativa de demanda por petróleo. As falas contribuíram para o otimismo entre investidores e operadores do mercado.
A Agência Internacional de Energia revisou suas projeções de demanda para 2026, estimando crescimento de 2,2 milhões de barris por dia. A revisão é atribuída principalmente à recuperação econômica na China e na Índia, o que sustenta a pressão de alta nos preços.
Implicações para o mercado
O mercado segue atento aos movimentos da OPEP e de seus aliados, que mantêm cortes de produção para sustentar os preços. Esse cenário de oferta restrita dialoga com a revisão de demanda global e com o cenário econômico internacional, até o momento.
A soma dessas fontes de impulso — falas de Davos, revisão da demanda pela AIE e a política de produção da OPEP — ajuda a explicar a trajetória recente do petróleo, com reflexos esperados para volatilidade dos contratos nos próximos dias.
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