- O ouro supera US$ 5.100 pela primeira vez durante as negociações na Europa e na Ásia, antes da abertura dos pregões no Brasil e nos EUA, sinalizando incerteza nos mercados.
- A alta do metal precioso acontece após recordes recentes de preços na sexta-feira, sugerindo migração de recursos para ativos de proteção e dúvidas sobre a segurança de investimentos em dólar.
- O Ibovespa fechou a sexta-feira em 178.878 pontos, após romper três recordes na semana, acompanhando a tendência de maior diversificação para ativos de países emergentes.
- Nesta semana, Copom deve manter a Selic em 15% ao ano, e o Fomc deve manter as taxas entre 3,50% e 3,75%; o IPCA-15 de janeiro deve acelerar para 4,52% em 12 meses.
- Indicadores divulgados, no Brasil, incluem saldo em transações correntes de Dezembro em – US$ 3,36 bilhões e Investimento Estrangeiro Direto de Dezembro em – US$ 5,25 bilhões; nos EUA, não haviam indicadores relevantes.
O ouro ultrapassou a marca de US$ 5.100 nas negociações da madrugada, na Europa e na Ásia, antes da abertura dos mercados no Brasil e nos EUA. O movimento evidencia aumento da aversão a risco e busca por ativos de proteção.
Na mesma esteira, o Ibovespa atingiu novo recorde na sexta-feira, fechando em 178.878 pontos, após romper três marcas ao longo da semana. A alta reflete fluxos em ações de mercados emergentes, mesmo com a incerteza global.
Perspectivas da semana
A agenda envolve decisões do Copom e do Fomc. Espera-se manutenção da Selic em 15% ao ano e de 3,50% a 3,75% nos EUA, respectivamente. A divulgação de inflação e mercado de trabalho também está prevista para orientar o cenário.
Indicadores no radar
Brasil: Focus aponta dados a seguir; saldo em Transações Correntes em dez/24 ficou em – US$ 3,36 bilhões, anterior foi – US$ 4,94 bilhões. Investimento Estrangeiro Direto (dez) ficou em – US$ 5,25 bilhões, anterior foi US$ 9,82 bilhões.
Estados Unidos: não há indicadores relevantes programados para hoje.
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