- Em Polymarket, há 71% de probabilidade de o preço do Bitcoin ficar abaixo de 65 mil dólares em 2026, com a criptomoeda operando perto de 75 mil após uma venda no fim de semana.
- O sentimento pessimista surge de indicadores técnicos em queda, posições de ETFs no negativo e alertas de analistas sobre uma tendência de baixa mais resistente.
- Níveis de suporte entre 62 mil e 65 mil dólares são vistos como testes importantes para o caminho do Bitcoin, com aviso de possível fase de baixa prolongada se romper esses pontos.
- ETFs de Bitcoin à vista ficaram com preço médio de aquisição acima do preço atual, indicando pressão dos produtos de investimento sobre o mercado.
- Há divergências entre analistas: alguns sugerem que, se o suporte se mantiver, o preço pode oscilar ou recuar lentamente, enquanto outros avaliam cenários de baixa mais prolongados.
O mercado de previsões Polymarket aponta uma probabilidade de 71% de que o Bitcoin caia abaixo de US$ 65 mil em 2026, conforme o preço da criptomoeda ficou ao redor de US$ 75 mil após um fim de semana de venda. A leitura surge em meio a sinais de fraqueza que vão além de uma correção passageira.
Analistas destacam que os ativos sob gestão de ETFs de Bitcoin estão em território negativa para investidores, com custo médio de aquisição acima do preço atual. O clima é de cautela diante de indicadores técnicos que apontam para uma possível tendência de queda mais prolongada.
O mercado observa zonas de suporte críticas entre US$ 62 mil e US$ 65 mil, consideradas testes relevantes para a trajetória do Bitcoin. Caso haja quebra abaixo desse patamar, há receio de uma fase baixista mais extensa, similar a ciclos anteriores.
A leitura de dados on-chain e de observadores tradicionais reforça a percepção de fraqueza estrutural, não apenas volatilidade típica de mercados em recuperação. Enquanto isso, o volume diário de negociação fica em patamar de cerca de 39,5 mil BTC, indicando atividade especulativa renovada.
Níveis de suporte e perspectivas
Especialistas apontam US$ 65 mil como limiar crucial. Se mantiver o nível, alguns analistas veem possibilidade de consolidação sem novas quedas rápidas. Por outro lado, o patamar de US$ 62 mil recebe atenção adicional por métricas de custo médio em exchanges significativas.
A visão de investidores institucionais se mantém dividida. Enquanto alguns acreditam que a queda pode ter sido um fundo de ciclo, outros ressaltam que a correção pode exigir mais tempo para cristalizar um novo patamar de preços.
Entre as leituras recentes, entidades como firmas de análise destacam que, se a pressão de venda persistir, a volatilidade pode favorecer movimentos agressivos de baixa ou de recuperação, dependendo da direção das liquidações e de fluxos de ETFs.
Entre na conversa da comunidade