- A Braskem (BRKM5) aparece em rumores como responsável pelo atraso de R$ 3,6 bilhões ao Banco do Brasil, o que derrubou as ações da empresa nesta tarde (queda de cerca de 11%).
- O Banco do Brasil informou que a inadimplência acima de 90 dias ficou em 5,17% no trimestre, impactada por um caso específico na carteira de TVM (títulos e valores mobiliários) de uma empresa do segmento Atacado. Desconsiderando esse caso, o índice seria de 4,88%.
- O empréstimo de R$ 3,6 bilhões teria sido repassado a um fundo de uma gestora de situações especiais; o BB afirmou que parte da dívida foi regularizada em janeiro deste ano.
- Folha de S. Paulo e Broadcast apontam que a Braskem seria a responsável pelo atraso, com a regularização da dívida ocorrida já em janeiro.
- Petrobras não exerceu seu direito de preferência na potencial venda das ações hoje detidas pela Novonor ao Shine Fundo de Investimentos em Direitos Creditórios de Responsabilidade Limitada (FIDC).
As ações da Braskem (BRKM5) caíram mais de 10% nesta tarde após rumores de que a empresa seria responsável pelo atraso no pagamento de R$ 3,6 bilhões ao Banco do Brasil. A notícia impacta o humor do mercado, embora o papel mantenha alta de mais de 25% no acumulado do ano.
O Banco do Brasil informou que a inadimplência acima de 90 dias subiu para 5,17% no conjunto da carteira, de 4,51% no terceiro trimestre. Observou ainda o efeito de um caso específico na carteira de TVM, no valor de R$ 3,6 bilhões, cuja regularização é citada na nota oficial.
Desdobramentos no mercado e versões de imprensa
Fontes ouvidas pela Folha de S.Paulo e pela Broadcast apontam que a Braskem estaria por trás do atraso. Segundo as reportagens, o empréstimo já teria sido regularizado em janeiro deste ano. A informação não foi confirmada pela Braskem até o momento.
Além disso, a Petrobras (PETR4) decidiu não exercer o seu direito de preferência na potencial venda das ações hoje detidas pela Novonor ao Shine FIDC. A transferência de controle permanece sujeita a outras condições de mercado e regulatórias, sem anúncio oficial de novo acordo.
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