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INE revisa a inflação de janeiro para 2,3%

INE revisa inflação de janeiro para 2,3%, maior queda em dez meses, puxada pela energia; alimentos permanecem estáveis, aproximando Espanha da meta de dois por cento do BCE

Varias personas compran en un mercado, el pasado 14 de marzo, en Madrid.
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  • O Instituto Nacional de Estadística revisou a inflação de janeiro para 2,3%, uma décima a menos do que o informado originalmente e seis décimas menor que dezembro, a maior queda em dez meses.
  • O recuo foi puxado principalmente pela energia: preços da eletricidade subiram menos que em janeiro de 2025 e os combustíveis ficaram mais baratos.
  • Alimentação e bebidas não alcoólicas permaneceram em 3% em janeiro, mantendo-se em alta e pressionando o índice de consumo.
  • A inflação subjacente ficou em 2,6% pelo terceiro mês seguido, com a variação mensal mostrando melhoria de quatro décimos.
  • O custo da energia e da operação reforçada da rede elétrica, após o apagão, pode chegar a até 1,1 bilhão de euros, pagos pelos consumidores, segundo estimativas.

O INE revisou para baixo a inflação de janeiro, que ficou em 2,3%. A leitura anterior apontava 2,4%. Em relação a dezembro, houve queda de 0,6 ponto percentual na taxa anual. Trata-se da maior redução em 10 meses, igualando níveis vistos em junho.

A queda é atribuída principalmente ao preço da energia, com a eletricidade subindo menos e os combustíveis ficando mais baratos. Por outro lado, o grupo de alimentos e bebidas não alcoólicas manteve-se estável em 3%, pressionando a cesta de consumo.

A inflação subjacente, que exclui energia e alimentos não processados, permaneceu em 2,6% pela terceira leitura consecutiva. Em relação ao mês, houve recuo de 0,4 ponto percentual, sinalizando melhoria parcial da variedade de itens.

O desempenho de janeiro aproxima a Espanha da meta de 2% do BCE, ainda distante da média dos parceiros da zona euro, que ficou em 1,7% em janeiro. França teve 0,3% e Itália 1% nesse indicador.

Segundo o Ministério da Economia, a moderação beneficia as famílias, ajudando a manter o poder de compra. Em 2025, a renda agregada das famílias aumentou cerca de 1,5%, com salários acompanhando a inflação.

  • O preço da eletricidade no mercado atacadista ficou abaixo de 50 euros por MWh por mais de 20 dias consecutivos, impulsionado por chuvas e ventos que favoreceram a geração eólica e hídrica.
  • Ainda sobre o setor elétrico, estima-se que a chamada operação reforçada, após o apagão de 28 de abril de 2024, tenha custado até 1,1 bilhão de euros até 31 de janeiro, custo repassado aos consumidores nas tarifas de luz, conforme análise da consultoria Nera.

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