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Famílias disputam a gestão de lar de acolhimento infantil com dívidas fiscais

Famílias tentam assumir a gestão do William Blake House, diante de dívidas fiscais de £1,6 milhão e apuração regulatória sobre governança e gestão

People under the care of William Blake House, which is one of a handful of specialist residential homes in England for adults with severe and complex learning disabilities. Their families are part of the group attempting to take over the care home.
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  • Famílias de dezoito residentes lançam proposta para assumir a gestão da William Blake House, que pode ser encerrada em sete semanas por dívidas e questões de governança em investigação.
  • O Charity Commission abriu um caso de conformidade regulatória sobre a governança da instituição, após relato de incidente grave relacionado às finanças.
  • Os pais afirmam que não confiam mais na diretoria e criam uma empresa sem fins lucrativos para conduzir os serviços, contando com expertise entre eles.
  • A casa acumula dívida fiscal de £1,6 milhão e pagou £1 milhão a uma empresa vinculada ao presidente do conselho; os residentes somam 22 pessoas.
  • A instituição, que segue princípios de Steiner, recebe mais de £3 milhões por ano em financiamento público; afirma que dificuldades vêm de altos custos com mão de obra temporária e de tarifas não acompanharem a inflação, buscando quitar dívidas com venda de terreno.

Ações de um grupo de famílias buscam assumir a gestão do William Blake House, residência para crianças e jovens com deficiência, diante de risco de encerramento da instituição. O charity enfrenta uma possível ordem de liquidação em sete semanas e está sob investigação regulatória por questões de governança financeira.

Os pais acusam o conselho de administração de agir de forma sigilosa e de manter as famílias sem informações sobre uma dívida fiscal de aproximadamente £1,6 milhão. Também questionam a legalidade de pagamentos de £1 milhão a uma empresa de propriedade exclusiva da presidente do conselho, Bushra Hamid. O financiamento total supera £3 milhões por ano, vindo de autoridades locais e do NHS.

A proposta de tomada de controle é apresentada em meio a relatos de deterioração da gestão e de instabilidade financeira. A família lidera um movimento de 18 famílias que formaram uma rede para supervisionar os serviços de cuidado sem fins lucrativos, esperando preservar a ethos do local.

William Blake House segue princípios de Steiner, buscando um ambiente terapêutico que valorize o potencial dos residentes. Atualmente, as autoridades locais e o NHS destinam recursos significativos ao funcionamento das instalações.

Formação de uma nova gestão

As famílias afirmam que o cuidado dos residentes deve primar e que o grupo pode disponibilizar experiência profissional em áreas como jurídica, empresarial, contábil e gestão de assistência social. A ideia é criar uma organização sem fins lucrativos para gerir os serviços, mantendo a continuidade do atendimento.

O grupo informou ter apresentado a proposta aos advogados do charity e aguarda resposta sobre o andamento da proposta de tomada de controle. O Charity Commission confirmou abrir um processo de conformidade regulatória relacionado à governança da instituição e disse ter recebido um relatório de incidentes envolvendo as finanças, possivelmente proveniente de um ex-membro do conselho.

Contexto financeiro e próximos passos

A instituição disputa grandes dívidas fiscais e enfrenta questionamentos sobre a viabilidade de negócio, com ativos que recuaram de quase £1 milhão para £200 mil em três anos. A instituição afirmou que pretende quitar débitos fiscais por meio da venda de terrenos a um desenvolvedor.

As autoridades avaliam as implicações de um possível afastamento do atual conselho e de uma transição para o novo modelo de gestão. Não houve definições oficiais sobre datas ou procedimentos para a transição, que dependerão de avaliações regulatórias e legais.

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