- Andrew Alty, proprietário de uma empresa de cortinas, recebeu uma fatura de £42.000 por roaming de dados durante férias no Marrocos.
- No início houve uma fatura de £22.000, e ao retornar ele recebeu outra de £20.000; ele pensou que fosse erro.
- A cobrança decorre do roaming fora da Europa, com o uso do TikTok pela filha responsáveis pelos dados.
- O Financial Ombudsman Service (FOS) considerou que a Currys, e não a O2, era responsável pelas explicações contratuais; o órgão não pôde ajudar.
- Currys e O2 concordaram em isentar as cobranças após a reportagem do Telegraph; a Currys removeu as cobranças por “escala e circunstâncias” do caso.
Andrew Alty, dono de uma empresa de cortinas, recebeu uma fatura de roaming de £22.000 enquanto estava em Marrakech, no Marrocos. Inicialmente, ele suspeitou de um erro. O segundo aviso chegou após o retorno, somando £20.000. A soma total atingiu £42.000.
O problema envolve o contrato de telefonia adquirido pela empresa de Alty via Currys, com a O2 como fornecedora de serviço. A cláusula de roaming fora da Europa permitia cobranças ilimitadas, segundo o que constatou o leitor. A filha de Alty utilizou o TikTok durante a viagem.
Alty procurou atendimento ao cliente da O2 e relatou que não houve comunicação clara sobre o alto teto de dados fora da região. A cobrança resultou em impacto financeiro severo para o pequeno negócio e gerou atrasos e frustração.
O caso foi levado ao Financial Ombudsman Service (FOS), que decidiu que a explicação do contrato coube ao Currys, não à O2. O FOS não pôde intervir, já que a responsabilidade recai sobre o comerciante e o provedor de serviço.
Resolução e desfecho
Currys e O2 concordaram em eliminar as cobranças após contato com o Telegraph. A O2 afirmou que a questão tratar apenas de um processo de venda com Currys. Currys confirmou a remoção das cobranças, reconhecendo as circunstâncias do caso.
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