- A colheita de soja no Paraná atingiu 37% da área da safra 2025/26, 12 pontos percentuais abaixo do ciclo anterior (49%).
- Até a semana anterior, 20% havia sido colhida, o que mantém o ritmo do estado abaixo do ano passado e pode gerar gargalos logísticos em nível nacional.
- Em relação a 2024, a colheita está mais lenta (em 2024 eram 52% na mesma época).
- O atraso é explicado pelo alongamento de ciclo devido a condições climáticas mais amenas, com 58% das lavouras em maturação e 40% em frutificação.
- A condição das lavouras é predominantemente positiva: 88% boas, 11% médias e 1% ruins; o plantio da segunda safra de milho alcançou 45% da área, abaixo de 65% no fim de fevereiro de 2025.
A colheita de soja da safra 2025/26 no Paraná atingiu 37% da área total, segundo o Deral. O ritmo permanece abaixo do observado no ciclo anterior, quando 49% já tinham sido colhidos. Na semana anterior, apenas 20% havia sido colhido.
O atraso no estado, grande produtor nacional, pode impactar o ritmo do país e gerar gargalos logísticos. Em 2024, o Paraná colheu 52% no período correspondente, já com o ciclo mais avançado naquela época.
O alongamento do ciclo da soja é atribuído a condições climáticas mais amenas. Parte do desenvolvimento da safra também contribui para o atraso na colheita no estado.
Conforme o Deral, 58% das lavouras estão em maturação e 40% em frutificação, sinalizando que boa parte da área ainda depende de tempo seco e chuvas para avançar.
A condição das lavouras segue majoritariamente positiva: 88% consideradas boas, 11% médias e 1% ruins, aponta o órgão.
Em áreas com distribuição de chuvas melhor, o desempenho produtivo é considerado satisfatório, e as precipitações recentes favoreceram lavouras de ciclo mais tardio.
Perspectivas da colheita no Paraná
No milho safrinha, o plantio atingiu 45% da área total prevista no Paraná, abaixo dos 65% registrados até o fim de fevereiro de 2025. A demora reflete ritmo desigual na liberação de áreas de soja.
Especialistas do Deral afirmam que o plantio avança conforme a liberação das áreas de soja, com distribuição irregular de chuvas em algumas regiões.
As precipitações recentes também contribuíram para o estabelecimento das áreas recém-semeadas, embora ainda haja variação regional no ritmo de plantio.
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