- O IPCA-15 subiu 0,84% em fevereiro, acumulando 1,04% no ano e 4,10% em doze meses; o dado é o da prévia da inflação, divulgado pelo IBGE.
- Educação foi o principal impulsionador, com alta de 5,20% e contribuição de 0,32 ponto percentual; cursos regulares subiram 6,18%, com maiores elevações no ensino médio (8,19%), ensino fundamental (8,07%) e pré-escola (7,49%).
- Transportes avançou 1,72%, representando o maior impacto individual no IPCA-15 (0,35 p.p.); passagens aéreas subiram 11,64%.
- Alimentação e bebidas tiveram alta de 0,20%; alimentação no domicílio subiu 0,09%, com tomate em alta de 10,09% e carnes 0,76%, enquanto arroz (-2,47%), frango em pedaços (-1,55%) e frutas (-1,33%) recuaram.
- Habitação avançou 0,06% com contribuição de água e esgoto (1,97%) e aluguel (0,32%), enquanto a energia elétrica caiu 1,37% com bandeira verde.
O IPCA-15 acelerou para 0,84% em fevereiro, fato que elevou o acumulado de 2026 a 1,04% e o referente a 12 meses a 4,10%. O dado foi divulgado pelo IBGE nesta sexta-feira (27). Trata-se da prévia da inflação oficial.
Entre os nove grupos pesquisados, Educação apresentou a maior alta, de 5,20%, contribuindo com 0,32 ponto percentual para o índice. Os cursos regulares subiram 6,18%, refletindo reajustes no começo do ano letivo.
As maiores variações ficaram com o ensino médio (8,19%), o ensino fundamental (8,07%) e a pré-escola (7,49%), pressionando o grupo na leitura de fevereiro.
Educação e Transportes pressionam a inflação
O grupo Transportes avançou 1,72%, impactando o IPCA-15 em 0,35 ponto percentual. Passagens aéreas subiram expressivos 11,64%.
Entre os combustíveis, o etanol avançou 2,51%, a gasolina 1,30% e o óleo diesel 0,44%. O gás veicular recuou 1,06%.
Tarifas de ônibus urbano subiram 7,52%, com reajustes em diversas capitais. Houve também alta no metrô (2,22%), além de aumentos em trem e táxi em algumas cidades.
Outros componentes ajudam a compor o quadro
No grupo Alimentação e Bebidas houve alta de 0,20%, com alimentação no domicílio subindo 0,09%. Surpreenderam o tomate, em alta de 10,09%, e as carnes, com 0,76%.
Enquanto o arroz caiu 2,47%, o frango em pedaços recuou 1,55% e as frutas caíram 1,33%. A alimentação fora do domicílio subiu 0,46%, com refeições 0,62% e lanches 0,28%.
Em Habitação, a variação foi de 0,06% após recuo de 0,26% em janeiro. Água e esgoto subiram 1,97% e aluguel residencial 0,32%, enquanto a energia elétrica caiu 1,37%, influenciada pela bandeira verde.
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