- A renda domiciliar per capita no Brasil em 2025 ficou em R$ 2.316, ante R$ 2.069 em 2024.
- O valor varia entre R$ 1.219 no Maranhão e R$ 4.538 no Distrito Federal; nove estados e o Distrito Federal ficaram acima da média nacional.
- Ranking por unidade da federação: Distrito Federal (R$ 4.538), São Paulo (R$ 2.956), Rio Grande do Sul (R$ 2.839), Santa Catarina (R$ 2.809), Rio de Janeiro (R$ 2.794), Paraná (R$ 2.762), Mato Grosso do Sul (R$ 2.454), Goiás (R$ 2.407), Minas Gerais (R$ 2.353) e Mato Grosso (R$ 2.335).
- Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) com base na PNAD Contínua, em 27.
- A divulgação atende à Lei Complementar 143/2013, define critérios de repasses do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal, e considera rendimentos de trabalho e outras fontes, incluindo pensionistas.
O rendimento domiciliar per capita do Brasil chegou a R$ 2.316 em 2025, revealando avanço em relação a 2024, quando ficou em R$ 2.069. O dado é da PNAD Contínua divulgada pelo IBGE nesta sexta-feira (27).
O valor reflete rendimentos de trabalho e de outras fontes, distribuídos entre todos os moradores do domicílio, incluindo pensionistas e empregados domésticos. A metodologia considera as primeiras quatro visitas de 2025.
Entre as unidades da federação, houve variação de R$ 1.219 no Maranhão a R$ 4.538 no Distrito Federal. Nove estados e o DF ficaram acima da média nacional.
Desempenho por estado
Em seguida ao DF, aparecem São Paulo (R$ 2.956), Rio Grande do Sul (R$ 2.839), Santa Catarina (R$ 2.809), Rio de Janeiro (R$ 2.794) e Paraná (R$ 2.762).
Outros estados com rendimento acima da média foram Mato Grosso do Sul (R$ 2.454), Goiás (R$ 2.407), Minas Gerais (R$ 2.353) e Mato Grosso (R$ 2.335). Os dados são da PNAD Contínua 2025.
Contexto técnico e metodologia
O IBGE ressalta que o cálculo utiliza o total de rendimentos nominais do domicílio dividido pelo total de moradores. A divulgação atende à Lei Complementar 143/2013, que define critérios de repasse do FPE.
A PNAD Contínua acompanha flutuações trimestrais e a evolução da força de trabalho. Entre 2020 e 2021, o aproveitamento das entrevistas ficou baixo por causa da pandemia, momento em que houve ajuste metodológico.
A partir de 2022 houve recuperação do aproveitamento, com uso da quinta visita ao domicílio para 2020 e 2021, e, desde 2023, o padrão voltou ao banco de primeira visita.
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