Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Reciclar arranha-céus é mais viável que demolir, aponta estudo

Regulações mais rígidas, aumento de custos e ganhos de carbono tornam o retrofit de arranha-céus mais viável que a demolição, impulsionando a economia circular

Vista do horizonte do Distrito Financeiro através do Canal de Fort Point em Boston, Massachusetts
0:00
Carregando...
0:00
  • Dezoito por cento? Não. O texto diz que dez por cento dos quarenta mil edifícios altos do mundo chegam ao fim da vida útil, impulsionando o retrofit em vez da demolição.
  • Um exemplo é a Quay Quarter Tower, em Sydney: prédio de 49 andares, construído em 1976 e que teve 65 por cento da estrutura preservada e 98 por cento do núcleo reaproveitados, reduzindo mais de doze mil toneladas de carbono incorporado.
  • A tendência envolve uso de tecnologias como imagens em três dimensões e inteligência artificial para demonstrar possibilidades de reforma, com reguladores, designers e proprietários abrindo espaço para reutilização.
  • No Reino Unido, mudanças regulatórias em Westminster e na City de Londres passaram a exigir avaliação de cenários de fim de vida útil, tornando a reforma mais viável economicamente diante do aumento dos custos de materiais.
  • Edifícios como 105 Victoria Street, em Westminster, já representam o caminho de alta performance energética com foco não apenas no carbono, mas também no bem-estar, ventilação natural e flexibilidade para manter a atratividade e relevância por mais tempo.

O retrofit de arranha-céus ganha espaço com mudanças regulatórias, aumento de custos de materiais e foco em carbono. Estima-se que 10% dos cerca de 40 mil edifícios altos mundialmente estejam chegando ao fim da vida útil, tornando a reforma uma opção viável.

A Quay Quarter Tower, em Sydney, ilustra a tendência. O edifício de 49 andares, construído em 1976, foi transformado a partir de 2011 para servir como centro cultural. Gerido pela Dexus, com participação de DWPF, MWOF e Rest, o projeto preservou grande parte da estrutura.

Equipe de projeto incluiu Arup, 3XN, BVN, BG&E e Multiplex, buscando manter o máximo possível do edifício existente. A iniciativa preservou 65% da estrutura e 98% do núcleo, reduzindo mais de 12 mil toneladas de carbono incorporado.

Profissionais destacam a expansão do conceito de economia circular na construção. Imagens 3D e IA ajudam a demonstrar possibilidades, e economistas projetam que o retrofit tende a se tornar mais atrativo frente a demolição.

O cenário global é impulsionado por regulamentos que estimulam reformas. Na Europa, fornecedores reprocessam vidro e desenvolvem módulos reutilizáveis, enquanto a adoção de IA reduz incertezas de custo da modernização.

No Reino Unido, a mobilização por reformas ganhou força, especialmente em Londres e Westminster, com mudanças regulatórias promovidas por autoridades locais. A tendência é priorizar a reforma da estrutura existente.

Casos recentes reforçam a visão de longo prazo. O edifício 105 Victoria Street, em Westminster, é citado como o maior escritório 100% elétrico e com emissão zero no país, destacando o valor da reforma contínua.

Além do carbono, analistas destacam impacto social e operacional. Demanda por ventilação natural, espaços ao ar livre e bem-estar influenciam decisões. A meta é manter a relevância do imóvel por décadas.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais