- ETH pode registrar o sétimo mês vermelho consecutivo, ficando abaixo de US$ 2.000 pela primeira vez em situação rara no histórico.
- Carteiras entre 100 mil e 1 milhão de ETH reduziram reservas nos últimos 90 dias, fora das exchanges, indicando real de-risking.
- O RSI em território de sobrevenda próximo de 37 aponta para uma possível recuperação até US$ 2.200.
- O suporte crítico para os touros é em US$ 1.800; rompimento desse patamar pode acelerar o downside.
- A pressão macro, com inflação elevada, reduz o apetite por risco, contribuindo para o fraco desempenho, mesmo com fundamentos da rede estáveis.
Ethereum está perto de registrar a sétima queda mensal consecutiva, um movimento raro na história do mercado cripto, após ter caído abaixo de US$ 2.000. Mesmo a recuperação breve, acima de US$ 2.010, é considerada frágil pelo momento atual.
On-chain mostra mudanças entre grandes detentores: endereços com entre 100 mil e 1 milhão de ETH reduziram suas reservas nos últimos 90 dias, e essa operação ocorre fora das exchanges. O movimento indica descalibração de riscos, não apenas negociação de curto prazo.
Contexto macro é um suporte para o cenário pessimista. A inflação persistente restringe o apetite institucional por risco, mantendo Ethereum entre as principais perdas entre as comprovações de mercado. Se a distribuição continuar, o nível de US$ 1.800 passa a ser o principal piso a observar.
Movimentação de grandes detentores
Dados de cadeia de blocos apontam que endereços de grande porte estão retirando ETH da circulação, com o objetivo de reduzir risco, segundo análises do ecossistema.
Contexto macro e trajetória de preço
A pressão macro envolve inflação e custos de financiamento, impactando liquidez e apetência por ativos de maior risco, o que contribui para quedas adicionais, caso permaneçam os sinais de descompressão do mercado.
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