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Promotor diz que indústria de shows está quebrada ao começar o julgamento

Justiça federal acusa Live Nation e Ticketmaster de monopólio para prejudicar artistas e fãs; julgamento começa

The Live Nation logo is displayed on a mobile phone with Ticketmaster branding seen in the background in this photo illustration in Brussels, Belgium, on October 25, 2025. (Photo by Jonathan Raa/NurPhoto via Getty Images)
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  • O julgamento antitruste contra Live Nation e Ticketmaster começou na terça-feira, 3 de março, após a seleção da juria.
  • O Departamento de Justiça afirma que as empresas usaram poder de monopólio para benefício próprio, prejudicando artistas, fãs e locais.
  • A acusação sustenta que a Live Nation condiciona apresentações em seus palcos ao uso de seus serviços de promoção e obriga locais a assinarem contratos longos com a Ticketmaster.
  • O governo cita falhas no mercado, citações de tarifas elevadas e até mensagens internas que zombavam dos fãs, como exemplo de prática anticompetitiva.
  • A defesa afirma que não há monopólio e que há mais opções de venda de ingressos; o julgamento deve durar cerca de cinco a seis semanas, com testemunhas como Kid Rock e Ben Lovett.

O DOJ abriu o caso contra Live Nation e Ticketmaster, acusando uso indevido de poder de monopólio para favorecer a empresa e prejudicar artistas, fãs e locais de shows. A ação antitruste começou em tribunal federal, após seleção de júri, na segunda-feira, 3 de março.

A promotoria sustenta que a Live Nation usa sua rede de locais para pressionar artistas a escolher seus serviços de promoção e exige contratos longos com a Ticketmaster. A companhia é acusada de amarrar shows a seus serviços.

A defesa nega monopólio, alegando mercado competitivo e que cada cliente é disputado em concorrência acirrada. A equipe jurídica afirma que a empresa não detém poder de mercado sobre promoção de shows.

O que motiva a ação

O governo argumenta que o modelo de negócios da empresa, chamado de flywheel, cria dependência entre locais, promoção e venda de ingressos, prejudicando concorrência. Também aponta falhas na tecnologia da Ticketmaster.

Provas e impactos para o público

A promotoria cita falhas no recente anúncio de ingressos da Eras Tour, citando falta de competição no setor. O DOJ também aponta tarifas consideradas altas e mensagens internas que subestimam os consumidores.

A defesa sustenta que as margens de participação da Ticketmaster são limitadas e que existem mais opções de bilheteria hoje. Alega ainda que a empresa busca apenas oferecer alegria aos fãs.

Desdobramentos esperados

O julgamento deve durar entre cinco e seis semanas. Entre as testemunhas estão artistas de destaque como Kid Rock e Ben Lovett, além de executivos, incluindo o CEO da Live Nation, Michael Rapino.

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