- Embraer registrou receita de R$ 14,3 bilhões no quarto trimestre e EBITDA ajustado de R$ 1,6 bilhão, acima das expectativas.
- A companhia projeta entregar entre 80 e 85 jatos comerciais em 2026 e entre 160 e 170 aeronaves executivas. A receita do ano ficou entre US$ 8,2 bilhões e US$ 8,5 bilhões.
- A carteira de pedidos atingiu nível recorde, impulsionada pela demanda por jatos comerciais E2 e por aeronaves executivas.
- Foram entregues 91 jatos no quarto trimestre de 2025, cerca de 20% a mais que no mesmo período do ano anterior, com melhorias na cadeia de suprimentos.
- Além dos mercados principais, a Embraer busca expansão internacional e assinou memorando com a Hindalco Industries para explorar oportunidades na Índia.
A Embraer divulgou resultados robustos no quarto trimestre, com receita de 14,3 bilhões de reais e EBITDA ajustado de 1,6 bilhão. O desempenho ficou acima das expectativas de analistas.
A fabricante brasileira informou 91 jatos entregues no 4T2025, crescimento de cerca de 20% frente ao mesmo período de 2024. A menor escassez de componentes contribuiu para o avanço nas entregas.
A empresa projeta entregar entre 80 e 85 jatos comerciais em 2026 e entre 160 e 170 aeronaves executivas, apontando para continuidade da demanda. A receita prevista para o ano fica entre 8,2 e 8,5 bilhões de dólares.
Perspectivas e fatores de mercado
Analistas calculavam receita de aproximadamente 13,8 bilhões de reais no 4T, com EBITDA ajustado perto de 1,49 bilhão de reais. A carteira de pedidos veio a níveis recorde, sustentada pela demanda por jatos E2.
Balanço regulatório e expansão internacional
As tarifas dos EUA sobre produtos brasileiros geram incerteza para a Embraer, apesar de reduções para aeronaves civis e componentes. Em linha com diversificação, a Embraer fechou acordo com a Hindalco Industries para explorar oportunidades na Índia.
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