- Forbes 2026 mostra 481 bilionários mulheres no mundo, 14% da lista, com aumento em relação a 2025 (406 mulheres, 13,4%).
- No Brasil, são 13 bilionárias, com 71 nomes com patrimônio superior a US$ 1 bilhão, alta em relação aos 56 de 2025.
- A brasileira mais rica é Vicky Sarfati Safra, com US$ 27,1 bilhões; Eduardo Saverin lidera entre os brasileiros, com US$ 35,9 bilhões.
- Destaques entre as brasileiras incluem Luana Lopes Lara, cofundadora da Kalshi, com US$ 1,3 bilhão, e Amelie Voigt Trejes, com US$ 1,1 bilhão.
- A lista também traz heiresses e self-made, como Cristina Junqueira (Nubank) com US$ 1,9 bilhão e várias herdeiras ligadas ao grupo WEG/Outras fortunas brasileiras.
O ranking Forbes 2026 de bilionários traz 481 mulheres entre 3.428 pessoas ricas no mundo, o equivalente a 14%. No ano anterior, eram 406 (13,4%). Entre as brasileiras, o total subiu de 9 para 13 nomes. O aumento ocorre com valorização de empresas e maior presença de grupos financeiros.
No Brasil, o número de bilionários com patrimônio acima de US$ 1 bilhão passou de 56 (2025) para 71 em 2026. A evolução reflete ganho de participação de grandes grupos, setores de atuação diversificados e novos entrantes no topo global.
Quem são as bilionárias brasileiras?
Vicky Safra, viúva de Joseph Safra, permanece como a brasileira mais rica, com US$ 27,1 bilhões. Ela atua como herdeira de uma linha de família ligada ao banco Safra, e reside na Suíça. O ranking a coloca atrás de Eduardo Saverin, único investimento que supera a casa dos US$ 30 bilhões no país.
A lista também traz a cofundadora do Nubank, Cristina Junqueira, com US$ 1,9 bilhão. Ela se destacou como uma das principais criadoras do banco digital mais valioso da região e vive em Miami.
Outra entrada expressiva é Luana Lopes Lara, de 29 anos, cofundadora da Kalshi. A plataforma de mercados de previsão avaliada em US$ 11 bilhões em 2025 é apontada como uma das maiores fortunas do grupo.
Amelie Voigt Trejes figura entre as jovens do grupo, com US$ 1,1 bilhão. Herdeira da WEG, a empresa líder em motores elétricos tem presença global, com atuação em mais de dez países.
Continuação da lista e heranças
Lia Maria Aguiar, com US$ 1,2 bilhão, herdou participação no Bradesco. Ela e a irmã gêmea disputaram o legado da família, que envolve a controladora Bradesco e a Bradespar. A fortaleza do banco permanece como base da riqueza.
Neide Helena de Moraes soma US$ 1,4 bilhão, herdeira do Grupo Votorantim. O conglomerado atua em alumínio, celulose, energia e cimento, com atuação em mais de 20 países.
Lucia Maggi e a família aparecem com US$ 1,4 bilhão. A Amaggi, criada por ela, hoje envolve navegação e geração de energia, mantendo a presença no agronegócio brasileiro.
Lívia Voigt de Assis e Dora Voigt de Assis aparecem juntas com US$ 1,4 bilhão cada uma, ligadas à WEG. As duas não ocupam cargos executivos, mas são grandes acionistas da empresa.
Mariana Voigt Schwartz Gomes, herdeira da WEG, soma US$ 1,7 bilhão. Ela também figura entre as maiores acionistas, sem assento no conselho.
Destaques adicionais
Cristina Junqueira, cofundadora do Nubank, aparece entre as três primeiras, com US$ 1,9 bilhão. Ela detém quase 3% do Nubank, marcando presença significativa no setor de fintech.
Ana Lucia de Mattos Barretto Villela figura em segundo lugar na lista brasileira, com US$ 2,5 bilhões. Ela integra uma das famílias bancárias mais antigas do Brasil e atua como vice-presidente do conselho da Itaúsa.
Vicky Safra lidera a lista brasileira, com US$ 27,1 bilhões. O conteúdo destaca ainda que a herdeira administra a fundação filantrópica da família e gere patrimônio distribuído entre os herdeiros.
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