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Dólar atinge maior valor desde janeiro e Ibovespa recua com tensão no Irã

Dólar fecha em alta de 1,43% a R$ 5,32, maior desde janeiro, e Ibovespa cai com a escalada dos conflitos no Irã

Fechamento 13/03/2026
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  • Ibovespa caiu 0,91%, para 177.653 pontos, menor fechamento desde 22 de janeiro, com queda de 0,95% na semana e ganho de 10,66% no ano.
  • Dólar subiu 1,43%, a R$ 5,32, maior fechamento desde 21 de janeiro.
  • Futuros do petróleo subiram e o Brent ficou acima de US$ 100 por barril.
  • Petrobras caiu: PETR3 teve queda de 0,87% e PETR4 recuou 0,54%, após MP zerar PIS e Cofins para diesel; reajuste de 0,38 por litro foi anunciado.
  • Vale caiu 1,40%; bancos também recuaram, enquanto BB Seguridade, SLC Agrícola, TIM, WEG tiveram ganhos e Natura subiu.

O Ibovespa fechou em queda nesta sexta-feira (13), com o pior patamar desde 22 de janeiro, puxado pela escalada de tensões no Oriente Médio após os EUA ampliarem ataques ao Irã. O dia também viu o petróleo em alta e o dólar forte no mercado externo, ampliando a aversão a risco.

O principal índice da B3 caiu 0,91%, para 177.653 pontos, acumulando recuo de 0,95% na semana. No ano, ainda registra alta de 10,66%. O dólar avancou 1,43%, fechando a R$ 5,32, o maior nível de fechamento desde 21 de janeiro.

Entre as ações, Petrobras liderou as perdas entre as maiores ponderações do Ibovespa, com as ações preferenciais caindo 0,87% e as ordinárias 0,54% após a MP do governo que zerou PIS e Cofins sobre o diesel, permitindo reajuste adicional aos distribuidores.

Outras registraram recuos: Vale caiu 1,40% e bancos, como Itaú Unibanco, Banco do Brasil, Bradesco e BTG Pactual, também tiveram quedas. No campo de ganhos, BB Seguridade, SLC Agrícola, TIM e WEG ficaram no positivo, enquanto Natura, com resultados trimestrais na próxima semana, subiu.

O Brent superou US$ 100 por barril, refletindo o cenário de incerteza geopolítica. Com o movimento, futuros de petróleo mantêm tendência de alta, pressionando commodities e trade balances locais no curto prazo.

A decisão de política externa dos EUA e as mudanças no gera l do petróleo continuam influenciando o humor dos mercados brasileiros. Analistas destacam que o ambiente externo permanece volátil e pode manter a tendência de pressão sobre ativos domésticos nas próximas sessões.

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