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JPMorgan aponta divergência entre Bitcoin e ETFs de ouro desde guerra no Irã

JPMorgan mostra divergência entre ETFs: Bitcoin recebe fluxos positivos desde o conflito com o Irã, enquanto o ouro registra saída de recursos

JPMorgan Flags Sharp Divergence Between Bitcoin and Gold ETF Flows Since Iran War
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  • Desde 27 de fevereiro, os fluxos de ETFs divergem: SPDR Gold Shares (GLD) tem saídas de cerca de 2,7% do patrimônio, enquanto o BlackRock’s iShares Bitcoin Trust (IBIT) recebe entradas de cerca de 1,5%.
  • Analistas do JPMorgan afirmam que isso quebra a tendência anterior, com Bitcoin ganhando atração em vez do ouro como proteção contra crises.
  • Entradas no IBIT, desde o início de 2024, são aproximadamente o dobro do total acumulado pelo GLD, fortalecendo a posição de ETFs de Bitcoin.
  • Hedge funds reduzem exposição direta ao Bitcoin, mesmo com o aumento na demanda por proteção de downside, refletindo um ambiente de maior cautela institucional.
  • O preço do Bitcoin permanece acima de 70 mil dólares; cenário otimista aponta para 80 mil e novas máximas, enquanto o pessimista aponta suporte em 64 mil dólares.

JPMorgan aponta divergência entre fluxos de ETF de Bitcoin e ouro desde o início da crise no Irã. Em nota a investidores, o banco mostra que o Bitcoin vem ganhando força enquanto o ouro recua, invertendo o comportamento tradicional de ativos de proteção.

Segundo a análise, desde 27 de fevereiro, o maior ETF de ouro, GLD, registrou saídas de cerca de 2,7% de seu patrimônio, enquanto o IBIT, ETF de Bitcoin da BlackRock, teve entradas de aproximadamente 1,5%. A leitura é de reversão de tendência.

A equipe de JPMorgan, liderada pelo diretor-gerente Nikolaos Panigirtzoglou, destaca que esse movimento marca uma mudança no apetite por risco entre investidores institucionais e varejo, com maior preferência por exposição direta ao Bitcoin.

Os dados sugerem que o ouro continua visto como proteção, mas o fluxo para o Bitcoin mostra uma rotação de capital para ativos digitais, ainda que a volatilidade do mercado de criptomoedas permaneça elevada.

Além disso, o relatório aponta que o interesse institucional por derivativos permanece cauteloso. Enquanto os fluxos para ETFs sobem, fundos de hedge reduzem exposição direta ao Bitcoin.

O texto indica que o cenário pode favorecer o Bitcoin como hedge relativo a crédito externo, com investidores diversificando com ETFs de criptomoedas, mesmo diante de volatilidade macro.

Quanto aos impactos de curto prazo, o Bitcoin tem mostrado resistência, mantendo-se acima de patamar importante e sinalizando possível ajuste positivo caso os fluxos continuem estáveis.

Roteiro futuro: se as entradas nos ETFs permanecerem em ritmo próximo de 1,5%, o Bitcoin poderia testar novas resistências, enquanto uma piora no cenário macro pode sustentar o suporte próximo a US$ 64 mil.

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