- Nesta segunda-feira, o Ibovespa subiu aproximadamente 1,94%, aos 181.095 pontos, acompanhando o viés de alta nos mercados globais.
- O dólar caiu frente ao real, negociado a R$ 5,26, com recuo de cerca de 1,19%.
- A queda do petróleo justifica parte da recuperação, com o WTI em US$ 93,43 e o Brent em US$ 96,02 por barril.
- A melhoria no apetite por risco ficou associada à possibilidade de trânsito no Estreito de Ormuz retornar parcialmente, apesar da escalada na região.
- No exterior, o setor de tecnologia impulsionou ganhos, com a Nvidia em foco na abertura de sua conferência de IA e notícias de uma possível joint venture de US$ 10 bilhões envolvendo a OpenAI.
O Ibovespa opera em forte alta nesta segunda-feira (16), acompanhando o tom positivo nos mercados globais. O recuo do petróleo para abaixo de US$ 94 por barril e a expectativa de retomada parcial do tráfego no Estreito de Ormuz impulsionam o apetite por risco. Por volta das 11h18, o índice subia 1,94%, aos 181.095 pontos.
O dólar även caiu frente ao real, com queda de 1,19%, cotado a R$ 5,26. Em meio à escalada da tensão entre EUA e Irã, investidores monitoram desdobramentos da crise que envolve o transporte de petróleo pelas rotas do Golfo Pérsico. A OTAN informou que aliados estão discutindo ações com os EUA e outros países.
No mercado de commodities, o Brent caía 2,92%, para US$ 96,02 por barril, enquanto o WTI recuava 5,35%, para US$ 93,43. A queda nos preços do petróleo alimenta a percepção de maior equilíbrio nos fluxos energéticos globais.
Desempenho setorial e cenário externo
No exterior, o setor de tecnologia liderou ganhos, com a abertura da conferência de inteligência artificial da Nvidia. Também houve otimismo com informações de que a OpenAI discute uma joint venture de US$ 10 bilhões com firmas de private equity.
Contexto geopolítico e impactos no mercado
A terceira semana de guerra entre EUA e Irã intensifica a pressão sobre países para manter o tráfego pelo Estreito de Ormuz. A queda dos preços do petróleo aumenta o apetite por ativos de risco, com investidores avaliando possíveis caminhos para normalizar os fluxos de energia no curto prazo. Dados e declarações oficiais seguem em monitoramento.
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