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Futuros de NY caem; WTI sobe 3% com ataques do Irã no Golfo

Futuros em Nova York caem enquanto o petróleo WTI sobe mais de 3% após ataques iranianos no Golfo, alimentando preocupações sobre oferta e inflação

Ações globais 17/03/26
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  • Futuros das ações dos EUA caem nesta terça-feira (17) após ataques do Irã a instalações no Golfo Pérsico elevarem os preços do petróleo.
  • O petróleo já subiu mais de quarenta por cento desde o início da guerra, com ataques a campos no Shah, no Iraque e a um porto emiradense por drones e mísseis.
  • O diesel nos EUA chegou a superar US$ cinco por galão pela primeira vez desde dois mil e vinte e dois.
  • O presidente dos EUA pediu apoio internacional para proteger o Estreito de Ormuz e ameaçou ampliar ataques à infraestrutura petrolífera do Irã; também solicitou à China o adiamento de uma cúpula com Xi Jinping.
  • Em mercados globais, a Europa avançou e deixou o início de crise para trás, enquanto Ásia registrou ganhos moderados; o ouro subiu diante da incerteza.

Os contratos futuros de ações dos EUA cairam nesta terça-feira (17), após ataques do Irã a instalações no Golfo Pérsico impulsionarem novos aumentos nos preços do petróleo. O foco está no fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz e na reação dos mercados à escalada regional.

O petróleo Brent e o WTI registraram alta, com o barril norte-americano subindo mais de 3%. A valorização ocorre em meio ao fechamento de operações em campos no Shah, nos Emirados, e a ataques a alvos em Iraque e no porto emiradense, segundo relatos da região.

O mercado monitora impactos sobre oferta global. O diesel nos EUA superou US$ 5 por galão pela primeira vez desde 2022, elevando preocupações inflacionárias antes de decisões de bancos centrais. Analistas destacam risco de continuidade da pressão de preços.

“Pode haver distorções de preço de curto prazo, mas há equilíbrio entre o impulso de energia e o risco inflacionário de longo prazo”, afirmou um estrategista da área de investimentos. Ações de risco variam com as perspectivas de desescalada.

Entre os desdobramentos, o governo dos EUA pediu apoio internacional para proteção do Estreito de Ormuz. O presidente Donald Trump também sugeriu adiar uma cúpula com Xi Jinping para acompanhar a guerra.

Na Europa, o Stoxx 600 avançou, apontando ganho entre bancos e ações de setores variados. Títulos públicos se valorizam, com destaque para gilts britânicos. As moedas europeias avançam frente ao dólar.

Na Ásia, ações reduziram ganhos iniciais, mas apoiadas por otimismo em tecnologia e por comentários positivos da Nvidia. O ouro registrou alta pela primeira vez em cinco dias, acompanhando movimentos de portfólio.

Outros destaques da manhã incluem avaliação do Brasil sobre seu plano climático, impactos previstos para combustíveis refinados e o comportamento de criptomoedas, que mostraram alta desde o início do conflito, com leitura de que o movimento pode não se sustentar.

  • Brasil revisa plano climático. O governo atualizou metas até 2035, reforçando combate ao desmatamento e redução de emissões associadas ao uso da terra. A promessa de zerar o desmatamento até 2030 permanece como eixo central.
  • Combustíveis sob pressão. Analistas indicam que a alta do petróleo tende a pressionar diesel e querosene de aviação mais do que o petróleo bruto, elevando custos para setores dependentes do Golfo.
  • Cripto desafia mercados. Bitcoin e outras moedas digitais registraram alta expressiva desde o início do conflito, com desempenho acima de ativos tradicionais, ainda que especialistas acreditem na possibilidade de correção.

As informações são provenientes da Bloomberg News, com acompanhamento de referências de mercados globais e do cenário político-econômico na região.

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