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Itaúsa avalia Aegea em mais de R$ 40,5 bilhões em possível IPO

Itaúsa estima valor da Aegea acima de R$ 40,5 bilhões em IPO previsto para início de junho, com possível aquisição de participação na Copasa

Aegea pode chegar à bolsa de valores até o início de junho.
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  • A Itaúsa afirma que a Aegea pode valer mais de R$ 40,5 bilhões em um eventual IPO nos próximos meses.
  • A diretora financeira da Itaúsa, Priscila Grecco, disse à Bloomberg News que a empresa acredita em um valor superior ao atual.
  • O CEO da Itaúsa, Alfredo Setubal, informou que a Aegea pode chegar à bolsa até o início de junho, considerando a participação de cerca de 13% do capital.
  • Grecco citou ainda que a Aegea avalia adquirir participação na Copasa, estatal mineira de saneamento, considerada um ativo interessante.
  • A Itaúsa mantém investimentos em outras companhias, como Alpargatas, e não tem planos imediatos de novos investimentos devido aos custos de capital no Brasil.

A Itaúsa avalia que a Aegea Pode valer mais de R$ 40,5 bilhões em um eventual IPO. A afirmação foi feita pela diretora financeira do grupo, Priscila Grecco, em entrevista à Bloomberg News na terça-feira, após a divulgação dos resultados do quarto trimestre. O objetivo é avaliar um possível ingresso da Aegea na bolsa nos próximos meses.

A Itaúsa detém cerca de 13% do capital da Aegea, que pode abrir capital até o início de junho, segundo o CEO do grupo, Alfredo Setubal, citado pela imprensa. A controladora do conglomerado também é acionista da Copasa, estatal mineira de saneamento, que figura como ativo potencial para a companhia.

Grecco disse ainda que a Aegea monitora a possibilidade de adquirir participação na Copasa, considerada um ativo relevante no cenário de saneamento. O Itaúsa mantém participações significativas no Itaú Unibanco, na Alpargatas e em outras unidades industriais e de energia.

A gestão do Itaúsa destacou que, devido aos custos de capital elevados no Brasil, não há planos imediatos para novos investimentos, mas o grupo continua avaliando oportunidades. A executiva ressaltou que o nível de juros precisa favorecer a viabilidade de novos projetos.

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