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Governo anuncia medidas para evitar greve de caminhoneiros por diesel

Governo amplia fiscalização do frete mínimo para caminhoneiros para evitar greve diante da alta do diesel, com empresas podendo ficar impedidas de contratar frete

Ministro dos Transportes, Renan Filho, justificou decisão e alegou que preço do petróleo está 'artificialmente alto' (Foto: Victor Moriyama/Getty Images)
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  • O governo vai ampliar o monitoramento eletrônico de fretes e intensificar fiscalizações presenciais para reforçar o piso mínimo de frete aos caminhoneiros, em meio à alta do diesel causada pela guerra no Oriente Médio.
  • Empresas que descumprirem o piso mínimo podem ficar impedidas de contratar serviços de frete.
  • O ministro dos Transportes, Renan Filho, afirmou que as medidas atendem às demandas dos caminhoneiros; o preço do petróleo está em torno de US$ 100.
  • Entre as empresas mais multadas por descumprimento, estão BRF, Vibra, Raízen, Ambev e Cargill.
  • O governo avalia zerar o ICMS sobre a importação de diesel até 31 de maio, com custo estimado de cerca de R$ 1,5 bilhão para estados e para o governo federal; já foi zerado o PIS/Confins sobre diesel e instituído imposto de exportação de petróleo.

O governo federal anunciou novas medidas para reforçar o cumprimento da tabela de frete mínimo para caminhoneiros, em meio à alta recente dos combustíveis, impulsionada pelo conflito no Oriente Médio. A iniciativa foi apresentada em Brasília pelo ministro dos Transportes, Renan Filho, nesta quarta-feira (18).

As ações previstas incluem o aumento do monitoramento eletrônico dos fretes e o intensivo cumprimento das fiscalizações presenciais. Empresas que descumprirem o piso mínimo podem ficar impedidas de contratar serviços de frete, segundo o ministro.

Entre as empresas citadas como frequentes multadas estão BRF, Vibra, Raízen, Ambev e Cargill, destacadas como exemplos de setores que costumam enfrentar autuações por descumprimento das regras do frete mínimo. O governo ressalta que as medidas visam proteger a renda dos caminhoneiros.

Nesta quarta, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, informou que o governo trabalha para permitir a redução do ICMS sobre combustíveis pelos estados. A proposta envolve zerar o ICMS na importação de diesel até 31 de maio, com custo estimado de cerca de R$ 1,5 bilhão mensais para estados e para o governo federal.

O governo também informou que zerou o PIS/Confins sobre importação e venda de diesel e criou um imposto sobre exportação de petróleo bruto para compensar perdas de arrecadação. O piso mínimo de frete, criado em 2018, continua sendo o fio condutor das ações para evitar uma nova greve da categoria.

Medidas em curso e próximos passos

  • Monitoramento eletrônico ampliado
  • Fiscalizações presenciais mais intensas
  • Sanções para descumprimento do piso mínimo
  • Possível redução do ICMS sobre diesel pelos estados

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