- Santander Brasil anunciou Gilson Finkelsztain, atual CEO da B3, como novo CEO até o fim de julho.
- ele vai substituir mario leão, que está há quase 11 anos no banco, sendo cinco como CEO.
- mario comunicou a ana patricia botín no começo do ano que deixaria o cargo, dando início ao processo de sucessão.
- a b3 ainda não definiu o substituto; o nome interno mais forte para a sequência é luiz masagão, vice-presidente de produtos e clientes, que já trabalhou no santander por 14 anos.
- gilson retorna ao santander em um momento de resultados expressivos no exterior e de foco em retornos estáveis no brasil; mario diz buscar novos desafios em outras indústrias e a agenda de 2024 permanece intacta.
Gilson Finkelsztain será o novo CEO do Santander Brasil, substituindo Mario Leão. Finkelsztain, atual CEO da B3, assumirá o comando até o fim de julho. Leão deixa o banco após quase 11 anos, cinco deles na presidência, para buscar novos desafios.
A transição foi comunicada após Leão informar, no início deste ano, à presidente Ana Botín a decisão de deixar o cargo. Finkelsztain já integrava o chamado mapa de sucessão do Santander e havia sido cotado para a função em 2021.
A escolha ocorre em meio a um cenário de competição acirrada no setor financeiro, com neobanks e fintechs ganhando espaço. A B3, onde Finkelsztain comandou a bolsa desde 2017, é citada como parte do histórico do executivo, que também passou pelo Santander entre 2011 e 2013.
Mudança de liderança e próximos passos
A B3 ainda não definiu o substituto definitivo para o posto, com rumores apontando Luiz Masagão, atual VP de produtos e clientes, como favorito internamente. Masagão também tem passagem pelo Santander, somando 14 anos na instituição.
O retorno de Finkelsztain ao Santander ocorre em momento de resultados expressivos fora do Brasil e busca por retornos consistentes no pós-imposto. Mario Leão, aos 50 anos, afirmou aos funcionários que deseja se manter desafiando-se em novas indústrias.
O Santander destaca que a agenda para este ano permanece “intacta”, com foco em execução. A transição, segundo a instituição, terá maturidade suficiente para ocorrer de forma gradual e sem transtornos operacionais.
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