Em Alta NotíciasConflitosPessoasAcontecimentos internacionaiseconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Cofundador do Airbnb: de esquema de fim de semana a gigante da indústria

Do início humilde em San Francisco à escala global, Airbnb expande para experiências e serviços, enfrentando regulação e impactos no mercado de aluguel

Nathan Blecharczyk, co-founder of Airbnb on The Big Question
0:00
Carregando...
0:00
  • Airbnb surgiu em 2008 para ajudar a pagar o aluguel; em 2025, foram transacionados $ 92 bilhões pela plataforma.
  • São nove milhões de imóveis em 220 países e territórios, em 150 mil cidades, com mais de 2,5 bilhões de pessoas que já ficaram em casas de terceiros.
  • A empresa tem valor de mercado estimado em cerca de $ 80 bilhões e contribui com cerca de € 149 bilhões para a economia da União Europeia todo ano.
  • Além de hospedagem, a plataforma passa a oferecer experiências e serviços, como compras de supermercado e traslado, além de planejar incluir hotéis.
  • Autoridades locais temem impactos nos preços de aluguel; em Amsterdã, 2019, houve regulamentação que resultou na retirada de 54% dos anúncios, com efeitos mistos, enquanto 60% das noites na Europa não são em cidades, estimulando turismo em áreas rurais.

Airbnb nasceu em 2008, quando três jovens de San Francisco buscavam pagar o aluguel após um aumento de 25% e houve demanda de hospedagem para um evento na região. De lá para cá, a plataforma evoluiu para um gigante do turismo.

Hoje, a empresa afirma ter cerca de 9 milhões de imóveis disponíveis em 220 países e territórios, em 150 mil cidades. Mais de 2,5 bilhões de hóspedes já se hospedaram em imóveis de terceiros pela plataforma.

Além de acomodação, a empresa tem ampliado serviços para tornar a estadia mais completa. É possível obter itens de mercado, transfer entre aeroporto e casa, e experiências, tudo integrado no aplicativo.

Em paralelo, a companhia tem investido na inclusão de hotéis na plataforma, como forma de oferecer opções adicionais aos viajantes e consolidar a oferta sob um único ecossistema.

Regulação e impactos locais

Autoridades de várias cidades temem efeitos sobre os preços de aluguel e o overtourism. Em Amsterdam, por exemplo, regulamentação de 2019 retirou cerca de 54% dos anúncios do Airbnb, segundo a empresa, sem reduzir os custos habitacionais.

Segundo a visão apresentada, o caminho aberto pela plataforma pode, no entanto, direcionar turistas para destinos menos explorados, ajudando a dispersar o fluxo de visitantes e favorecer comunidades locais.

Na Europa, a empresa aponta que 60% das noites reservadas não ocorrem em grandes cidades, mas em áreas rurais, onde há menos oferta hoteleira. Isso ampliaria o turismo e fortaleceria economias locais.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais