- O dólar à vista fechou a segunda-feira em baixa de 1,33%, a R$ 5,2418.
- Na manhã de terça-feira, o dólar subia 0,85%, cotado a R$ 5,2777, sustentado pela guerra no Oriente Médio.
- O Irã lançou mísseis contra Israel e negou estar em negociações com os EUA, ampliando a percepção de risco para emergentes.
- Investidores digerem a ata do último encontro do Copom em busca de sinais sobre a trajetória da Selic nos próximos meses.
- O petróleo seguia em alta, contribuindo para o movimento do câmbio.
O dólar à vista opera em alta na manhã desta terça-feira (24), após a divulgação da ata do Copom e diante de tensões no Oriente Médio. O peso das mesmas pressões ocorre mesmo com o petróleo em alta.
Investidores no Brasil reagem à ata do último encontro de política monetária do Banco Central, em busca de pistas sobre o caminho da Selic nos próximos meses. A leitura inicial é de cautela diante das sinalizações da instituição.
OIrã lançou mísseis contra Israel, em meio a a guerra na região, e negou estar em negociações com os EUA. A reação do mercado financeiro global aumenta a incerteza sobre o ritmo de aperto monetário no Brasil.
Na segunda-feira (23), o dólar à vista fechou em 5,2418 reais, com queda de 1,33%. Nesta manhã, às 9h45, o dólar chegou a 5,2777 reais, alta de 0,85% frente ao fechamento de ontem.
O petróleo segue em patamar elevado no exterior, contribuindo para a elevação dos preços de ativos de risco. Esse cenário internacional pesa sobre o desempenho da moeda brasileira e sobre as perspectivas para a Selic.
Com informações da Reuters
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