- A Epic Games vai cortar mais de mil empregos após queda no engajamento do Fortnite.
- A empresa pretende economizar US$ 500 milhões reduzindo gastos com contratos e marketing e eliminando vagas em aberto.
- Tim Sweeney afirmou que são necessários cortes drásticos para manter a empresa funcionando e que as condições de mercado são extremas.
- Trata-se da segunda grande rodada de demissões em três anos; em setembro de 2023 foram cortadas cerca de 830 vagas (aproximadamente 16% da força de trabalho).
- Mesmo com Fortnite liderando usuários ativos nos EUA, o tempo médio de jogo caiu, em meio a aperto financeiro no setor de jogos e aumento de preços de moeda virtual.
A Epic Games anunciou corte de mais de 1 mil empregos após queda no engajamento do Fortnite. A decisão foi comunicada ao quadro de funcionários nesta terça-feira, em meio a um período de menor demanda por jogos de serviço ao vivo.
A empresa busca economizar cerca de US$ 500 milhões, reduzindo gastos com contratos e marketing e eliminando algumas vagas em aberto, segundo o comunicado de Tim Sweeney, CEO da companhia.
Sweeney afirmou que os cortes são drásticos para manter a empresa funcionando e destacou que não houve relação com IA. A Epic realizou a segunda grande rodada de demissões em três anos.
O anúncio ocorre após o Fortnite liderar, nos EUA, ativos mensais, ainda que o tempo médio de jogo tenha caído, conforme o analista Mat Piscatella. A empresa já havia demitido 830 funcionários em setembro de 2023.
Contexto adicional: o setor de jogos enfrentou redução de ritmo de crescimento, com várias medidas de ajuste em 2023 e 2024, em meio a pressões econômicas e a elevação de custos de produção e marketing.
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