- Dólar fechou em R$ 5,220, queda de 0,65%; atingiu mínima de R$ 5,205 e máxima de R$ 5,248.
- Ibovespa subiu 1,60%, encerrando aos 185.428,28 pontos (mínima de 182.524 e máxima de 186.401).
- Movimentos acompanham a expectativa de cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã, aumentando o apetite por risco.
- Barril de Brent caiu 2,19%, negociado a US$ 98,03.
- Trump adiou ataques ao Irã por cinco dias e enviou plano de paz; Irã criticou as negociações; o estreito de Ormuz segue aberto a navios de países não envolvidos, como a China.
O dólar comercial fechou nesta quarta-feira (25.mar.2026) em R$ 5,22, queda de 0,65%. A cotação oscilou entre R$ 5,205 na mínima e R$ 5,248 na máxima ao longo do dia. O Ibovespa encerrou em alta de 1,60%, aos 185.428,28 pontos, com variação entre 182.524 e 186.401 pontos.
Investidores acompanham a possibilidade de um cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã na guerra no Oriente Médio, o que elevou o apetite por risco e ajudou a valorização de ativos brasileiros. A queda do petróleo também contribuiu para o cenário.
O Brent recuou 2,19%, para US$ 98,03 o barril, conforme avaliações sobre avanços nas negociações. O contexto internacional segue incerto, com desdobramentos ainda em avaliação por parte de agentes do mercado.
Perspectivas e respostas oficiais
Na segunda-feira, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que adiaria ataques a infraestruturas iranianas por cinco dias. A medida aparece em um plano de 15 pontos para encerrar o conflito, divulgado pelo The New York Times.
O porta-voz militar do Irã criticou a condução dos EUA nas tratativas, questionando a possibilidade de alinhamento entre as partes. A declaração também ressaltou que não há espaço para negociações entre governos de posições incompatíveis, segundo relatos.
O chanceler iraniano, Seyed Abbas Araghchi, disse que o estreito de Ormuz está aberto a navios de países não envolvidos no conflito, citando a China como exemplo. Pequim mantém postura de imparcialidade e depende da rota para atender demanda de petróleo.
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