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PF investiga denúncias de crimes financeiros contra o grupo Fictor

PF mira grupo Fictor em operação Fallax; 14 presos, CEO Rafael Góis foragido, bloqueio de R$ 47 milhões e apuração de R$ 500 milhões em prejuízos

PF investiga denúncias de crimes financeiros contra o grupo Fictor
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  • A Polícia Federal investiga crimes financeiros envolvendo o grupo Fictor, com movimentação acima de R$ 500 milhões em transferências ilegais.

  • Até o momento, catorze pessoas foram presas e o CEO Rafael Góis está foragido.

  • A operação Fallax, com apoio de polícias militares do Rio de Janeiro, São Paulo e Bahia, identificou empresas de fachada usadas para obter empréstimos e movimentar recursos.

  • A investigação aponta que empréstimos eram concedidos com dados falsos, com gerentes de bancos recebendo até R$ 30 mil para facilitar fraudes; o grupo está em recuperação judicial após tentativa de compra do Banco Master.

  • A Polícia Federal bloqueou R$ 47 milhões em bens e identificou mais de quatrocentas empresas abertas, estimando um prejuízo de cerca de R$ 500 milhões.

A Polícia Federal investiga crimes financeiros envolvendo o grupo Fictor. Na operação Fallax, 14 pessoas foram presas e o CEO Rafael Góis está foragido.

A PF atua com apoio das polícias militares do Rio de Janeiro, São Paulo e Bahia, conforme informado pelas autoridades envolvidas.

A investigação aponta uso de empresas de fachada para obter empréstimos e movimentar grandes somas, com estimativa de mais de R$ 500 milhões.

Gerentes de instituições financeiras teriam recebido até R$ 30 mil para facilitar as fraudes, segundo o delegado Henrique Guimarães, da PF de Piracicaba.

O grupo seria responsável por lavagem de dinheiro via empréstimos obtidos com dados falsos, com empresa envolvida em recuperação judicial após tentativa de aquisição do Banco Master.

A PF bloqueou R$ 47 milhões em bens durante as apurações, para interromper a atuação do esquema e evitar dissipação de ativos.

Foram identificadas mais de 400 empresas abertas com nomes de fachada, o que teria permitido estruturar o esquema e ocultar a origem dos recursos.

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