- Antonio Santos, diretor de marketing da Unilever, afirma que a IA não substitui o trabalho humano, apenas o potencializa.
- Ele diz ainda que maior acessibilidade às ferramentas de IA pode tornar o processo criativo mais comum, dificultando a diferenciação entre marcas.
- Segundo Santos, apenas marcas que entenderem elementos culturais capazes de gerar apelo conseguirão se destacar.
- A Unilever adota a estratégia “social and digital first”, buscando estar onde os consumidores estão, principalmente nas mídias sociais.
- A CNN Brasil participou do CM0 Summit, com cobertura via o estúdio de vidro do CNN Cast.
O diretor de marketing da Unilever, Antonio Santos, afirmou ao CNN Cast que a inteligência artificial não vai substituir o trabalho humano, mas potencializar o que já é feito, ampliando o acesso aos processos criativos. A declaração foi feita durante a cobertura do CMO Summit.
Santos explicou que a maior acessibilidade à IA pode tornar o processo criativo mais uniforme, quase “blasé”, já que a ferramenta passa a estar ao alcance de todos. A diferença, para ele, estará no entendimento dos elementos culturais que geram apelo.
Para o executivo, marcas se destacam ao compreender fatores culturais que geram atração junto ao público, evitando o mar de mesmice. Ele pontuou ainda a estratégia da Unilever de fortalecer presença social e digital.
A Unilever adotou a estratégia “social and digital first”, segundo Santos. Ele disse que, para criar desejo em escala, as marcas precisam estar onde os consumidores estão, especialmente nas mídias sociais, no Brasil.
Sobre o evento, a CNN Brasil participou nesta quinta-feira (26) do CMO Summit, com o estúdio de vidro do CNN Cast, em cobertura conjunta com grandes marcas e conteúdo voltado ao mercado.
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