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SpaceX pode ampliar participação no IPO para fãs e investidores próximos de Musk

SpaceX avalia destinar até trinta por cento do IPO a investidores de varejo próximos a Elon Musk para reduzir volatilidade na estreia

Elon Musk: executivo aproveita aproximação com varejo para direcionar 30% da IPO a investidores próximos (Kevin Dietsch/Getty Images/Getty Images)
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  • SpaceX avalia destinar até 30% do IPO a investidores individuais para reduzir a volatilidade na estreia e contar com uma base de compradores próxima a Elon Musk.
  • O plano, ainda em avaliação, pretende ampliar a participação do varejo além do padrão, distribuindo a oferta entre Bank of America (varejo doméstico), Morgan Stanley (investidores de varejo menores) e Citi (internacional).
  • A ideia busca oferecer apoio de apoiadores de Musk como base mais fiel, minimizando vendas rápidas logo após a abertura de capital.
  • As dívidas combinadas de SpaceX, X e xAI somam US$ 17,5 bilhões e seriam quitadas integralmente antes do IPO para reduzir pressão financeira.
  • O mercado já mostrava otimismo quanto a uma avaliação acima de US$ 200 bilhões, com o Financial Times citando potencial de valor de mercado até sete vezes maior, influenciando a estratégia de demanda na estreia.

A SpaceX avalia destinaria até 30% de sua oferta pública inicial (IPO) a investidores individuais, em uma medida para reduzir volatilidade na estreia e contar com uma base de compradores mais fiel. A ideia é ampliar a participação do varejo além do padrão comum.

Segundo o planejamento apresentado ao mercado, a distribuição para o varejo seria ampliada e incluiria nomes próximos a Elon Musk, buscando uma base acionária menos propensa a vender logo após a abertura. O projeto ainda não está fechado.

Bret Johnsen, diretor financeiro da SpaceX, apresentou a proposta à mesa de operações de Wall Street. A combinação envolve maior fatia para varejo e seleção de investidores com proximidade ou confiança no empresário.

No modelo, o Bank of America ficaria responsável pela distribuição doméstica ao varejo, visando indivíduos de alto patrimônio e escritórios ligados ao círculo de Musk. Morgan Stanley atenderia o segmento menor do varejo, enquanto Citi cuidaria da distribuição internacional.

A aposta rompe o padrão de IPOs desse porte, que costumam priorizar investidores institucionais. A leitura é de que apoiadores de Musk formariam uma base mais leal, menos inclinada a qualquer venda rápida nas primeiras negociações.

Por trás da estratégia, há também a intenção de quitar integralmente dívidas totais de X e xAI, que somam US$ 17,5 bilhões, antes do IPO. O movimento visa aliviar a pressão sobre o ecossistema financeiro do grupo, diante de altos gastos com dados, contratações e IA.

A operação ocorre em meio a tensões de outros braços do grupo de Musk. A Tesla registrou queda de receita em 12 meses, de cerca de US$ 3,3 bilhões, enquanto a xAI amplia investimentos em infraestrutura.

A abertura de capital da SpaceX é vista como marco de mercado e, ao mesmo tempo, como peça de reorganização financeira do conglomerado. Investidores já demonstravam otimismo com uma avaliação potencial acima de US$ 200 bilhões.

Relatos de imprensa mencionaram o potencial de o valor de mercado chegar a níveis até sete vezes superiores aos US$ 200 bilhões, ajudando a sustentar o interesse por uma estrutura de IPO que maximize demanda e minimize ruídos na estreia.

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