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Alumínio dispara após ataques do Irã a fundições no Golfo; escassez aumenta

Alumínio sobe até seis por cento na LME após ataques iranianos a fundições no Golfo, aumentando o risco de cortes na oferta global e pressão de preços pelo Estreito de Ormuz

(Fonte: LME)
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  • Futuros do alumínio subiram até seis por cento na Bolsa de Metais de Londres após ataques iranianos a fundições no Golfo.
  • Emirates Global Aluminium informou danos significativos em sua unidade em Abu Dhabi; Aluminium Bahrain avalia a extensão dos danos.
  • O fechamento do Estreito de Ormuz agrava a escassez de insumos e sinaliza cortes de produção em cascata nas próximas semanas.
  • O Oriente Médio responde por cerca de nove por cento da produção global de alumínio, já pressionada por estoques baixos.
  • Os preços enfrentam volatilidade; a LME registra ganhos, e analistas veem riscos de déficits globais que podem sustentar preços elevados.

Os preços do alumínio dispararam após ataques do Irã a fundições no Golfo, ampliando o risco de escassez. Futuros na London Metal Exchange subiram até 6% nesta segunda-feira, em meio a danos declarados a grandes plantas da região. Transportes e estresses logísticos também pressionam o mercado.

As ofensivas atingiram dois grandes produtores: Emirates Global Aluminium informou danos significativos à sua unidade em Abu Dhabi, enquanto Aluminium Bahrain avaliava a extensão dos estragos. As informações foram confirmadas após as ações de drones e mísseis iranianos no fim de semana.

O estopim ocorreu em um momento de estoques baixos e gargalos de cadeia de suprimentos, agravados pelo bloqueio do Estreito de Ormuz. O estreito continua sendo uma rota crucial para o abastecimento de metais e energia na região.

Impacto no mercado

A região do Oriente Médio responde por cerca de 9% da produção global de alumínio, usado em aviões, embalagens e painéis solares. Traders sinalizam cortes de produção como consequência direta dos danos e do bloqueio de vias de transporte.

Às 14h30 (hora de Hong Kong), o alumínio da LME operava com alta de aproximadamente 4,8%, em torno de US$ 3.452,50 por tonelada. Ações de companhias do setor também reagiram, com altas expressivas em bolsas internacionais.

O mercado já destacava que fechar e reiniciar fundições é demorado e caro, elevando o risco de que a interrupção se estenda. A situação pode pressionar ainda mais os preços globalmente e reduzir a disponibilidade de alumínio de alta pureza para setores estratégicos.

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