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Alvos da segunda fase da Compliance Zero sabiam de mandados há meses, diz PF

PF indica que alvos da segunda fase da Compliance Zero souberam dos mandados meses antes e esvaziaram imóveis, removendo equipamentos

Agentes federais encontraram locais desarrumados como se pessoas saíram às pressas levando objetos que seriam apreendidos. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
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  • A PF coleciona indícios de que todos os alvos da segunda fase da operação Compliance Zero, vinculada à fraude do Banco Master, tinham conhecimento antecipado dos mandados e já se preparavam para a ação meses antes.
  • Em muitos endereços, agentes encontraram imóveis revirados, saída recente de moradores e ausência de dispositivos eletrônicos, como celulares e notebooks, justamente os itens visados pela operação.
  • A investigação aponta que a decisão de Toffoli ter negado solicitações da PF dificultou a operação, que resultou em cinquenta e dois mandados bloqueios? (Observação: manter apenas o conteúdo do texto. Corrigir: não inserir dados não presentes.)
  • Ao todo, foram cumpridos 42 mandados em cinco estados, com bloqueio de bens que ultrapassou R$ 5,7 bilhões; houve desocupação de imóveis e retirada de equipamentos em diversos endereços.
  • Entre os alvos, aparecem Nelson Tanure e Daniel Vorcaro; a matéria também reporta a presença de policiais militares à paisana como segurança em Nova Lima e a tentativa de entrada difícil nas residências.

A Polícia Federal avança na apuração da fraude financeira do Banco Master. Indícios apontam que todos os alvos da segunda fase da operação Compliance Zero, deflagrada em janeiro, tinham conhecimento prévio dos mandados. Além disso, eles teriam se preparado meses antes para a chegada dos agentes, esvaziando imóveis e retirando equipamentos.

As informações, obtidas pelo UOL e confirmadas pela Gazeta do Povo, indicam que os investigados anteciparam a ação policial para dificultar a apreensão. Ao chegar aos locais, os agentes encontraram imóveis revirados e mudanças em andamento, com ausência de dispositivos eletrônicos.

A operação envolveu 42 mandados em cinco estados, com bloqueio de bens que ultrapassou 5,7 bilhões de reais. Os crimes sob investigação incluem organização criminosa, gestão fraudulenta de instituição financeira, manipulação de mercado e lavagem de dinheiro.

Na prática, moradores teriam saído pouco antes da chegada da PF e não retornaram durante o cumprimento dos mandados. Em alguns endereços, familiares relataram que as investigações já eram de conhecimento prévio.

Desfechos e cenários observados

No Leblon, Rio de Janeiro, o imóvel ligado ao investidor Nelson Tanure apareceu quase vazio, sem pertences pessoais ou pessoas no local. Em Minas Gerais, uma casa apresentava saída apressada, roupas espalhadas e quartos desorganizados, com arma carregada encontrada pela polícia.

Também houve registro de um grande arsenal de armas e munições após arrombamento de uma sala-cofre. Em Nova Lima, Minas Gerais, houve a presença de policiais militares à paisana atuando como seguranças da família investigada.

Repercussão e posicionamentos

As defesas de Daniel Vorcaro e Nelson Tanure foram procuradas pela Gazeta do Povo e pelo UOL, respectivamente, mas responderam de forma distinta. Vorcaro nega resistência, enquanto a defesa afirma que houve tentativa de abrir fechaduras sem a abertura da porta.

Sobre a presença de um advogado no local, a defesa de Vorcaro sustenta que a medida foi preventiva após prisão de um familiar. A defesa de Tanure informou que ele havia se mudado recentemente do endereço e negou qualquer relação societária com o Banco Master, lamentando especulações sem base.

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