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Empresa espanhola vence leilão para administrar o Aeroporto do Rio de Janeiro

Empresa espanhola vence leilão de R$ 2,9 bilhões para administrar o Galeão até 2039, com saída da Infraero e repasse de 20% do faturamento à União

Empresa espanhola vence leilão para administrar o Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro
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  • A empresa espanhola Aena Desarrollo Internacional venceu o leilão para administrar o Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro (Galeão) por R$ 2,9 bilhões, com contrato vigente até 2039.
  • O leilão foi realizado na Bolsa de Valores de São Paulo (B3) e teve três grupos disputando; a vencedora teve lance 211% acima do mínimo de R$ 932 milhões.
  • A nova concessionária ficará responsável pela gestão total do Galeão, com a Infraero deixando de controlar 49% das ações, e deverá repassar 20% do faturamento bruto anual à União até o fim da concessão.
  • O contrato não exige a construção de uma terceira pista e prevê mecanismos de compensação para eventuais restrições operacionais.
  • O desempenho do Galeão melhorou após a transferência de voos do Santos Dumont, com passageiros passando de 7,9 milhões em 2023 para 17,9 milhões em 2024; autoridades destacam impactos positivos para a infraestrutura e o turismo.

A empresa espanhola Aena Desarrollo Internacional venceu o leilão para administrar o Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, o Galeão. O lance ficou em R$ 2,9 bilhões, com contrato que prevê gestão até 2039. O certame ocorreu na B3, em São Paulo, na presença de três grupos concorrentes, incluindo o atual controlador da concessionária.

O acordo determina a transferência total de administração do Galeão para a nova concessionária, com a saída da Infraero, titular de 49% das ações. A União ficará com 20% do faturamento bruto anual ao longo da concessão, conforme o contrato.

Condições do contrato, impactos operacionais e timeline foram anunciados durante o leilão. O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, descreveu o desfecho como positivo para o mercado internacional e para a infraestrutura brasileira.

Desde 2014 sob gestão privada, o Galeão acumulou perdas de voos e passageiros, levando a alterações contratuais. Com a transferência de voos do Santos Dumont, o fluxo de passageiros saltou de 7,9 milhões em 2023 para 17,9 milhões no ano seguinte, segundo dados oficiais.

Economistas destacam que a operação aeroportuária de qualidade é crucial para atrair turismo e divisas. O movimento turístico gera impostos, movimenta o comércio local e beneficia atividades ligadas a entretenimento e pontos turísticos.

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