- Instabilidade global pressiona o comércio internacional, elevando fretes, custos logísticos e prazos de importação.
- O Estreito de Ormuz responde por cerca de 20% de todo o petróleo transportado globalmente, o que pode impactar o custo da energia e a cadeia logística.
- Custos de movimentação de mercadorias variam rapidamente devido a rotas, seguros e capacidade de portos e transportadoras.
- Márcio Buteri, da GX5 Import, afirma que empresas precisam acompanhar o cenário global de perto para manter previsibilidade.
- Erros comuns incluem considerar apenas o preço da mercadoria, sem levar em conta frete, seguro e mudanças de rota, que elevam o custo final; planejamento estratégico é essencial.
O comércio internacional vive um momento de maior instabilidade, o que pressiona rotas energéticas e pode elevar custos logísticos. Fretes ficam mais caros, prazos tornam-se menos previsíveis e o planejamento ganha importância.
Dados da EIA dos EUA apontam que o Estreito de Ormuz responde por cerca de 20% de todo o petróleo transportado globalmente. Qualquer turbulência na região tende a elevar o custo da energia e impactar a cadeia logística.
Essas oscilações afetam diretamente importadores. Empresas passam a sentir variações rápidas de custo, disponibilidade de rotas, seguros internacionais e capacidade de portos e transportadoras.
Para Márcio Buteri, proprietário da GX5 Import, a situação exige mudança de postura das empresas. Ele afirma que o comércio internacional está mais sensível a variações externas e que a logística deixou de ser previsível.
Fatores que influenciam o custo final vão além do preço da mercadoria. Frete, seguros, mudanças de rota e disponibilidade de rotas impactam o custo total da importação, segundo Buteri.
Planejamento estratégico ganha papel central. Empresas com cadeias globais precisam estruturar operações internacionais com maior previsibilidade e controle, diante da volatilidade logística e pressão de custos.
Por Eluan Carlos H. Bürger
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