- O dólar fechou março em R$ 5,179, com alta mensal de 0,88%; na terça, houve recuo de 1,31% diante de notícias geopolíticas.
- O Ibovespa encerrou o mês em 187.461 pontos, queda de 0,70% em março; na sessão, avançou 2,71%.
- O bitcoin teve o melhor desempenho entre os principais ativos em março, alta de 1,60% pegando US$ 68.121; início do ano, US$ 87.711.
- Títulos públicos atrelados à Selic com vencimento em 2029 subiram 1,26%; dólar turismo avançou 0,80% e a poupança rendeu 0,67%.
- O ouro foi o pior performer do mês, recuando 10,49%; no acumulado de 12 meses, o metal valorizou 49,11%.
O dólar comercial fechou março em R$ 5,179, com alta mensal de 0,88%. Nesta terça-feira (31/03/2026), houve queda de 1,31% diante de notícias sobre o noticiário geopolítico internacional.
O Ibovespa encerrou o mês aos 187.461 pontos, registrando recuo de 0,70% em março. No último pregão, porém, houve alta de 2,71%, revertendo parte das perdas recentes.
Desempenho de ativos e investimentos
Entre as moedas, o dólar turismo avançou 0,80% no mês. A poupança rendeu 0,67%, acima do IPCA-15 de março, que ficou em 0,44% e serve como prévia da inflação.
Entre os ativos de renda variável, o Ifix caiu 1,06% no mês, enquanto as Brazilian Depositary Receipts (BDRs) recuaram 3,67%. O ouro mostrou pior desempenho entre os principais ativos de março, com queda de 10,49%.
Criptomoedas e renda fixa
O Bitcoin teve o melhor desempenho entre os principais investimentos em março, com alta de 1,60% até 17h50, a US$ 68.121. O ativo iniciou o ano em US$ 87.711 e acumula queda de mais de 22% no primeiro trimestre.
Entre os títulos públicos, o Tesouro Indexado à Selic com vencimento em 2029 registrou alta de 1,26%. O cenário externo e as expectativas de desbloqueio de vias comerciais contribuíram para a volatilidade observada no mês.
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