- O Brasil amplia o acesso a investimentos globais por meio da B3, com ETFs globais (BDRs de ETFs) que podem ser comprados em reais sem abrir conta no exterior.
- ETFs globais são certificados que representam cotas de fundos negociados no exterior e operam na B3 com liquidez diária.
- A diversificação internacional passa a fazer parte das carteiras, permitindo acesso a setores não presentes no Brasil e, também, investimento temático.
- Investir nesses ativos pode dolarizar parte da carteira e aumentar a volatilidade no curto prazo, dependendo da variação cambial e do índice replicado.
- Siglas importantes: BDR (Brazilian Depositary Receipt), ETF (fundos negociados na bolsa) e BDR de ETF (BDRs lastreados em ETFs negociados no exterior).
Acesso a investimentos globais se amplia no Brasil. A B3 já permite incluir ativos internacionais na carteira por meio de ETFs globais, também chamados de BDRs de ETFs. O movimento amplia opções de diversificação para investidores brasileiros.
Os BDRs de ETFs representam cotas de fundos negociados no exterior e podem ser comprados em reais por meio de corretoras brasileiras. A negociação ocorre dentro do ambiente da B3, com liquidez diária igual à de ações.
A diversificação internacional reduz a exposição a riscos locais e oferece proteção parcial contra oscilações econômicas e políticas. Também facilita o investimento temático em tecnologia, saúde e sustentabilidade.
Para entender melhor, é útil compreender as siglas: BDR, ETF e BDR de ETF. Cada um traz características próprias de risco, índice replicado e origem estrangeira, com variação cambial influenciando a performance.
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