- O dólar comercial fechou aos R$ 5,157, queda de 0,43% nesta quarta-feira, com a mínima em R$ 5,148 e a máxima em R$ 5,177.
- O Ibovespa encerrou em alta de 0,26%, aos 187.952,91 pontos, apoiado pela valorização de ações do setor financeiro.
- O dólar index (DXY) caiu 0,29% por volta das 17h20; petróleo Brent recuou 3,63%, para US$ 100,79. Petrobras caiu 2,67%, a R$ 47,17, mesmo com reajuste do querosene de aviação.
- Itausa subiu 1,43% e Bradesco avançou 1,36%, ajudando o lado positivo do mercado brasileiro.
- Nos EUA, PMI subiu para 52,7 e ADP apontou criação de 62 mil empregos; Dow Jones fechou em 46.565,86 (+0,48%), S&P 500 em 6.573,89 (+0,69%) e Nasdaq em 21.840,95 (+1,16%).
O dólar comercial fechou em queda de 0,43%, a R$ 5,157, nesta quarta-feira, 1º de abril de 2026. A cotação oscilou entre R$ 5,148 (mínima) e R$ 5,177 (máxima). O Ibovespa encerrou em alta de 0,26%, aos 187.952,91 pontos.
A sessão trouxe alívio nos mercados globais, com investidores acompanhando o conflito entre EUA e Irã. Embora a tensão no Oriente Médio ainda exista, sinais de trégua contribuíram para o apetite por risco.
DXY, o índice do dólar frente a uma cesta de moedas, recuou 0,29%, às 17h20. O petróleo Brent caiu 3,63%, para US$ 100,79 o barril.
Desempenho corporativo e commodities
Petrobras (PETR4) caiu 2,67%, fechando a R$ 47,17, acompanhando o recuo da cotação da Brent. Por outro lado, setores financeiro e bancos contribuíram para o movimento positivo: Itaú (ITSA4) subiu 1,43% e Bradesco (BBDC4) avançou 1,36%.
Nos EUA, dados de atividade e emprego sustentaram o clima favorável. O PMI do ISM subiu de 52,4 para 52,7, em março. O ADP indicou criação de 62 mil vagas no setor privado.
Principais índices americanos
Dow Jones fechou em 46.565,86, alta de 0,48%. S&P 500 terminou em 6.573,89, +0,69%. Nasdaq avançou 1,16%, para 21.840,95 pontos. Os números ajudam a manter o humor de investidores diante de riscos inflacionários.
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