- Pedidos iniciais de auxílio-desemprego nos EUA somaram 202 mil na semana encerrada em 28 de março de 2026, queda de 9 mil em relação à semana anterior.
- O dado ficou abaixo da projeção de 212 mil feita por analistas consultados pela Reuters.
- Em 2026, os pedidos oscilam entre 201 mil e 230 mil, faixa compatível com um mercado de trabalho estável.
- A escalada de tensões entre Estados Unidos, Israel e Irã aumenta a incerteza no ambiente econômico.
- Na quarta-feira, 1º de abril, o ex-presidente Donald Trump afirmou que pode intensificar ações militares contra o Irã.
Nos Estados Unidos, os pedidos iniciais de auxílio-desemprego recuaram na semana encerrada em 28 de março de 2026, conforme dados do Departamento do Trabalho. O total ficou em 202 mil, frente à leitura da semana anterior.
O resultado ficou abaixo da previsão dos analistas, que estimavam 212 mil pedidos. O recuo de 9 mil aponta para um ritmo de demissões menor e manutenção de uma leitura estável no mercado de trabalho.
Para 2026, a variação semanal dos pedidos oscila entre 201 mil e 230 mil, patamar considerado compatível com um mercado de trabalho neutro em relação a contratações e demissões.
Contexto internacional
A escalada de tensões entre Estados Unidos, Israel e Irã, que já dura cerca de um mês, aumenta a incerteza sobre o cenário econômico global. A conjuntura internacional pode influenciar investidores e decisões de empresas em relação a empregos e investimentos.
Entre as ações recentes, houve menções a intensificação de operações militares contra o Irã, o que contribui para a sensação de volatilidade em mercados. Em meio a esse cenário, autoridades destacam a necessidade de monitorar impactos potenciais sobre a economia doméstica.
As informações são provenientes de fontes oficiais do governo norte-americano e de veículos de imprensa que acompanharam o mercado de trabalho, sem inserir avaliações próprias.
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