- O preço do barril de petróleo subiu cerca de cinco por cento após Trump anunciar que intensificará ataques contra o Irã nas próximas duas ou três semanas.
- Antes do discurso, o barril ficou abaixo de US$ 100; durante a fala, atingiu pico em torno de US$ 106, com alta registrada até a noite.
- A alta ocorre após o recuo de até 14,5% na véspera, quando o preço ficou próximo de US$ 120 pela primeira vez em quatro anos.
- Trump mencionou a possibilidade de acordo para encerrar a guerra, ressaltando que a nova liderança do Irã é menos radical e mais razoável.
- O estreito de Ormuz, passagem de cerca de 25% do comércio mundial de petróleo, não teve promessa de ação militar para destravá-lo, ampliando a volatilidade do mercado.
O preço do petróleo voltou a subir após o discurso do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre a guerra no Irã. A commodity operava abaixo de 100 dólares o barril antes da fala e reagiu com alta de cerca de 5% após a promessa de novas ações militares nas próximas duas a três semanas.
A manifestação de Trump ocorreu na noite desta quarta-feira (1º abr. 2026). O discurso também sinalizou a possibilidade de um acordo para encerrar o conflito, com o presidente afirmando que a nova liderança iraniana é menos radical do que a anterior. As declarações influenciaram diretamente o comportamento do mercado, interrompendo a recente trajetória de queda.
A cotação do barril atingiu picos na casa dos 106 dólares durante a madrugada, conforme monitoramento de mercados. Dados mostram queda anterior de 14,5% na véspera, quando a commodity chegou próxima de 120 dólares, o maior patamar em quatro anos.
Impacto e contexto
- O petróleo segue como termômetro da tensão na região do Oriente Médio, berço dos maiores produtores.
- O estreito de Ormuz, por onde passa grande parcela do comércio global de petróleo, segue sob risco potencial de bloqueio, apesar de o líder americano não ter prometido ação militar explícita para reabrir a passagem.
Situação atual e perspectivas
- Trump afirmou que o estreito deverá ser reaberto no futuro, sob a alegação de que o Irã não teria condições de manter o bloqueio.
- O Irã busca manter uma pedágio para navios que transitam pelo estreito, uma medida já em discussão no âmbito regional.
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