- A produção industrial no Brasil subiu 0,9% em fevereiro frente a janeiro, o segundo mês seguido de alta.
- Em relação a igual mês do ano anterior, houve queda de 0,7% (dados do IBGE).
- Janeiro teve alta revisada de 2,1%, contribuindo para uma expansão de 3,0% nos dois primeiros meses de 2025.
- As maiores contribuições vieram de veículos automotores, reboques e carrocerias (6,6%) e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (2,5%).
- A indústria ainda está 14,1% abaixo do nível recorde de maio de 2011.
A produção industrial brasileira subiu 0,9% em fevereiro ante janeiro, o segundo mês consecutivo de alta, segundo dados do IBGE. O resultado veio mesmo com a política monetária ainda restritiva.
Na comparação com fevereiro de 2024, houve retração de 0,7%. O salto mensal ficou acima do esperado pelos agentes do mercado, que previam alta de 0,7% nessa base. Janeiro teve revisões.
Em janeiro, houve alta revisada de 2,1% e, somados, os dois primeiros meses do ano registram expansão de 3,0%. Novembro e dezembro haviam registrado quedas de 0,1% e 2,0%.
A produção industrial ainda está 14,1% abaixo do pico de maio de 2011, diz o IBGE. A recuperação é parcial e ocorre com a indústria diante de juros elevados e crédito restrito.
Setores impulsionam a alta
Veículos automotores, reboques e carrocerias tiveram alta de 6,6% em fevereiro, puxando o índice. Coque, derivados do petróleo e biocombustíveis cresceram 2,5%.
Entre as grandes categorias, bens de capital subiram 2,3%, seguidos por bens intermediários (1,1%), bens de consumo duráveis (0,9%) e semi e não duráveis (0,7%).
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