- A cesta de produtos de Páscoa caiu 5,73% em 2026, segundo levantamento do Ibre-FGV, ainda que inclua itens como bacalhau e alguns chocolates.
- Bombons e outros chocolates tiveram alta superior a 16% no mesmo período.
- Ovos de Páscoa subiram no último ano, mas a queda na cotação da matéria-prima não se refletiu nos preços ao consumidor.
- O bacalhau continua custando mais de R$ 200 em algumas práticas de compra.
- Economista Miguel Daoud alerta para a qualidade do chocolate, destacando riscos de mistura de cacau pouco elevada e casca fina para reduzir custos.
A cesta de produtos de Páscoa caiu 5,73% em 2026, segundo levantamento do Ibre-FGV. A redução, ainda que ampla, não chegou aos principais itens, como bombons e alguns chocolates, que registraram alta superior a 16%.
Apesar da queda geral, o preço de alguns itens permaneceu elevado. O ovo de Páscoa, impulsionado pela crise na produção de cacau nos últimos anos, segue com valor alto no mercado, conforme avaliação de especialistas.
O bacalhau, tradição da época, também manteve preços elevados, passando da casa dos R$ 200, segundo especialistas citados no estudo. A conjuntura mostra que a variação entre itens não acompanhou a queda observada na cesta como um todo.
Segundo o economista Miguel Daoud, a redução da cotação da matéria-prima não se refletiu nos preços ao consumidor. Ele aponta que o mercado tem registrado alta em certos itens, como bombons, mesmo com o recuo geral.
Para quem vai comprar, Daoud recomenda atenção à qualidade do chocolate. Ele cita que alguns ovos apresentam baixa proporção de cacau, o que pode comprometer a qualidade, mesmo com preço competitivo.
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