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Economista diz que multinacionais lucram com burocracia no sistema de pagamentos

Economista sustenta que multinacionais lucram com a burocracia do sistema; Lula reafirma não mexer no Pix, que ganhou impulso na pandemia

A imagem mostra mãos segurando um telefone celular com a tela ligada em um aplicativo financeiro. Na interface, é possível ver a área de transferências do Pix, com opções organizadas em ícones e texto sobre fundo claro. O aparelho é segurado sobre o colo, com parte da roupa em tom azul visível ao fundo. O enquadramento foca exclusivamente no uso do celular, destacando a interação com o aplicativo em um ambiente interno bem iluminado.
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  • Estados Unidos criticaram o Pix, dizendo que o modelo é prejudicial às gigantes de cartão; Lula afirmou que ninguém vai fazer o governo mudar o método de pagamento.
  • O Banco Central segue a agenda evolutiva do Pix; no último ano, a ferramenta registrou R$ 35,36 trilhões em transferências, atingindo novo recorde.
  • O economista Ricardo Buso diz que multinacionais ganham com a burocracia do sistema de pagamentos e que o Pix oferece opção mais rápida e barata.
  • Segundo ele, existem dois caminhos para o brasileiro: a burocracia dos cartões ou a facilidade do Pix, gerido pelo Banco Central com independência e segurança.
  • O Pix foi crucial na pandemia, ajudando trabalhadores a empreender; hoje é o meio de pagamento mais utilizado e, segundo a avaliação dele, tem menos fraude que o cartão.

O presidente Lula reagiu nesta quinta-feira a novas críticas dos Estados Unidos ao Pix e afirmou que ninguém vai obrigar o governo brasileiro a mudar o método de pagamento. A declaração ocorreu em meio a cobranças norte-americanas sobre o modelo.

O Banco Central continua avançando com a agenda evolutiva do Pix. Nos últimos 12 meses, a ferramenta registrou transferências que somaram R$ 35,36 trilhões e atingiu recordes de volume, conforme dados oficiais.

Economista analisa que a evolução do sistema incomoda grandes bancos. Segundo ele, multinacionais do setor ganham com a burocracia e veem a competição com o Pix como desafio, dado o ganho de agilidade e custo zero do uso.

Dados e impacto

A ferramenta ganhou destaque por facilitar pagamentos rápidos entre pessoas e empresas, principalmente durante a pandemia, quando o empreendedorismo cresceu.

Especialista aponta que a simplicidade do Pix é vista como ameaça por setores que dependem de cartões, que costumam ter custos e burocracia maiores.

O modelo brasileiro é gerido pelo Banco Central com foco em segurança, neutralidade e supervisão, o que faz parte da atuação institucional para manter o sistema confiável.

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