- A inflação medida pelo IPCA para 2026 passou de 4,31% para 4,36% e para 2027 de 3,84% para 3,85%, puxada pelo efeito do conflito no Oriente Médio sobre os preços do petróleo.
- O mercado mantém a expectativa de queda da Selic ao fim de 2026, para 12,50%, e ao fim de 2027, para 10,50%.
- O Produto Interno Bruto deve crescer 1,85% neste ano e 1,80% no próximo.
- A previsão para a cotação do dólar no fim do período é de R$ 5,40 em 2026 e R$ 5,45 em 2027.
- A pesquisa indica um corte de 0,25 ponto percentual na Selic na reunião de abril, sendo hoje a taxa em 14,75%.
O mercado elevou as projeções de inflação para 2026 e 2027 no focus, mantendo a expectativa de queda da Selic no próximo ciclo. Economistas consultados pelo Banco Central revisaram as estimativas do IPCA para 2026 e 2027. O levantamento aponta inflação de 4,36% em 2026 e 3,85% em 2027.
A previsão de crescimento do PIB permanece estável, em 1,85% para este ano e 1,80% para 2027. A queda da Selic ao fim de 2026 ficou prevista em 12,50%, e em 2027, 10,50%. A leitura aponta ainda para um corte de 0,25 ponto em abril, com a Selic em 14,75% atualmente.
O IPCA de referência para o foco da pesquisa subiu em relação à semana anterior, de 4,31% para 4,36% em 2026 e de 3,84% para 3,85% em 2027. Preços administrados também tiveram revisão, de 4,27% para 3,79% em 2027. O dólar no fim do período foi projetado em R$ 5,40.
Outras linhas, como a balança comercial, projetam US$ 70,0 bilhões em 2026 e US$ 73,1 bilhões em 2027. A dívida líquida pública, medida como % do PIB, fica em 69,9% neste ano e 73,5% no próximo. O conjunto aponta maior preocupação com custos de energia e petróleo.
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