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Trabalhadores da Zona Portuária do maior porto da América Latina

Histórias de gerações movem o maior porto da América Latina, com bondinho e vila de Itatinga sustentando o dia a dia em Santos

Zona Portuária: conheça as histórias de pessoas que trabalham no maior porto da América Latina
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  • O Porto de Santos, maior da América Latina, move a economia há 134 anos e é apresentado na série Zona Portuária com histórias de quem trabalha ali.
  • Uma vila em Itatinga, em Bertioga, abriga a usina que abastece o porto; acesso por 7,5 quilômetros com bondinho e famílias moram lá desde 1910.
  • Rodolfo dos Santos Neto, técnico portuário, é da quinta geração da família ligada ao local; sua filha Maria Vitória é estagiária de design gráfico.
  • Mariana, operadora de equipamento que movimenta até mil toneladas, mostra o avanço feminino no porto.
  • Audinei, varredor, percorre cerca de cinco quilômetros em seis horas para limpar vias de acesso a caminhões, contribuindo para o funcionamento diário.

O Porto de Santos, maior da América Latina, não é apenas navios e cargas. Nesta primeira edição da série Zona Portuária, são mostradas histórias de pessoas que ajudam a sustentar o gigante nacional há 134 anos.

Longe das docas, uma vila em Itatinga, em Bertioga, abriga a usina que abastece grande parte do porto. O acesso diário é feito por uma rota de 7,5 quilômetros, com bondinho utilizado pelos trabalhadores.

Rodolfo dos Santos Neto, técnico portuário, cresce nesse vínculo histórico e vê a filha Maria Vitória representar a sexta geração da família ligada ao local. Ela atua como estagiária de design gráfico.

Maria Vitória pretende seguir no porto, reforçando o legado da família. Rodolfo enfatiza o valor da continuidade para as novas gerações e para a operação do complexo portuário. Mariana, operadora de equipamento, também integra o grupo.

A moradora Mariana movimenta até mil toneladas com o equipamento que opera no fluxo do porto. Ela destaca que a determinação feminina tem espaço nessa atividade, reforçando a presença de mulheres no ambiente.

Nas proximidades, o trabalho também é manual. Audinei atua como varredor, percorrendo cerca de cinco quilômetros em seis horas para manter vias livres de detritos, fundamentais para a circulação de caminhões.

O conjunto de histórias mostra como o Porto de Santos se sustenta por meio de gerações que se cruzam, unindo famílias, trabalhadores e a comunidade que gira ao redor de um dos maiores complexos portuários do país.

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