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Ex-presidente da FIEMG classifica debate sobre escala 6×1 como doping eleitoral

Ex-presidente da FIEMG classifica debate sobre fim da escala 6x1 como "doping eleitoral" e alerta para queda do poder de compra e inflação

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  • Flávio Roscoe, ex-presidente da FIEMG, chamou o debate sobre o fim da escala 6×1 de “doping eleitoral” e criticou o tema em contexto de campanha.
  • Ele afirmou que a redução da jornada pode diminuir o poder de compra da população, mesmo com salário nominal estável, por efeito inflacionário.
  • Roscoe defendeu que mudanças na jornada ocorram por negociações coletivas entre trabalhadores e empregadores, citando que a média brasileira já é de 39 horas.
  • Em comparação internacional, citou França, Alemanha, Japão e China para sustentar sua posição sobre jornadas de trabalho e impactos no desenvolvimento e na economia.
  • Ao participar do pleito, disse que defenderá aquilo que for correto para a sociedade e não o que traria vantagem eleitoral, ressaltando a necessidade de pensar a médio e longo prazo.

Flávio Roscoe, ex-presidente da FIEMG, criticou o debate sobre o fim da escala 6×1 no Brasil, classificando a discussão como um doping eleitoral. Em entrevista à CNN, ele, filiado ao PL, lamentou que um tema de impacto nacional seja discutido no contexto de campanha.

Para o empresário, reduzir a jornada de trabalho pode trazer efeitos negativos para a economia, reduzindo o poder de compra, já que tudo tende a ficar mais caro. Mesmo com salários nominativos, ele aponta um eventual processo inflacionário que corroeria o poder aquisitivo da população.

Roscoe defendeu que o tema deveria ser objeto de negociação coletiva entre trabalhadores e empregadores, como já ocorre em setores diversos. Segundo ele, a jornada média brasileira é de 39 horas e há setores que precisam manter 40 horas.

O ex-líder empresarial citou exemplos internacionais para embasar a posição. A França apresentou redução na jornada de trabalho, com menor dinamismo econômico, enquanto a Alemanha mantém 48 horas, contrastando com o menor patamar francês. No Japão e na China, a jornada chega a 72 horas, segundo ele, sugerindo que reduções prematuras podem ter impactos sociais relevantes.

Caso participe do pleito, Roscoe afirma defender o que é correto para a sociedade, não priorizando vantagem eleitoral. Ele ressalta a necessidade de enxergar o Brasil a médio e longo prazo, indo além de soluções de curto prazo.

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