- Trabalhadores da construção montaram um bloqueio na circular de Nantes para protestar contra o aumento dos preços de combustível.
- Carros reduziram a velocidade enquanto os manifestantes distribuíam panfletos e pediam ações do governo.
- Eles dizem que o setor foi esquecido em comparação com outros e exigem negociações com autoridades.
- Segundo os trabalhadores, o aumento do diesel, aliado a um ano econômico difícil e ao mau tempo, prejudica pequenas empresas.
- Alguns dizem ter de realizar projetos com pouca ou nenhuma rentabilidade e há risco de cancelamento de obras devido aos custos crescentes.
Os trabalhadores da construção bloquearam parcialmente a rodovia de devolução na cintura de Nantes para protestar contra o aumento do preço do combustível. O ato visa alertar as autoridades sobre o impacto nos seus negócios.
Segundo os manifestantes, a elevação acentuada do diesel, associada a um ano econômico difícil e ao mau tempo, está pressionando empresas de pequeno porte. Eles distribuíram folhetos e pediram ações do governo.
O bloqueio gerou lentidão no tráfego, com veículos retardados pelas equipes que organizavam a mobilização. Os trabalhadores dizem que o setor tem sido negligenciado em comparação com outros.
Reivindicações
Os manifestantes apontam a necessidade de diálogo com as autoridades e de medidas que reduzam o peso do combustível sobre contratos e custos operacionais. Alguns afirmam que projetos podem deixar de ocorrer sem apoio.
Entre os relatos, há quem affirme que algumas empresas operam com pouca margem de lucro e que há risco de cancelamento de obras caso a situação persista.
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