- O dólar fechou em R$ 5,103, queda de 1,01%, o menor patamar desde maio de 2024, após anúncio de cessar-fogo entre EUA e Irã.
- O Ibovespa terminou em 192.201,16 pontos, alta de 2,09%, atingindo recorde de fechamento; intraday chegou a 193.794 pontos.
- O Brent caiu para US$ 96,31 o barril, mantendo o alerta sobre o preço do petróleo abaixo de US$ 100.
- Petrobras caiu 4,25%, fechando perto de R$ 46,45, influenciada pelo contexto de alívio nos mercados.
- Nos EUA, Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq fecharam em alta, com o dólar frente a uma cesta de moedas recuando; o DXY caiu 0,64%.
O dólar fechou em 5,103 reais nesta quarta-feira, 8 de abril de 2026, com baixa de 1,01%. O recuo levou a moeda ao menor patamar desde maio de 2024, atingindo mínima de 5,065 e máxima de 5,119 reais.
O Ibovespa encerrou em 192.201,16 pontos, alta de 2,09%, registrando recorde de fechamento. A sessão ainda mostrou 193.794 pontos no pico, às 10h30, durante a curva de fortes ganhos.
O Brent ficou em torno de 96,31 dólares o barril, abaixo de 100 dólares, às 17h. O recuo do petróleo ajudou setores de consumo e logística, mas deixou as petroleiras em queda.
Cessar-fogo e impactos no petróleo
O anúncio de cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã sustenta o otimismo nos mercados, mediado pelo Paquistão. Trump concordou em suspender bombardeios ao Irã, que, por sua vez, reabriu o estreito de Ormuz, passagem crucial para o petróleo mundial.
No entanto, menos de 24 horas após o acordo, o Irã fechou novamente a passagem como resposta aos ataques recentes de Israel ao Líbano. O movimento sinaliza volatilidade no contexto regional e pressão sobre preços.
Mercados globais
Nos EUA, os principais índices tiveram ganhos: Dow Jones subiu 2,85% e fechou em 47.910,79 pontos, S&P 500 avançou 2,52% para 6.783,48, e Nasdaq cresceu 2,80% para 22.635,00 pontos. O dólar index (DXY) caiu 0,64% até as 17h50.
Cenário político brasileiro
No Brasil, investidores acompanharam o levantamento do Meio/Ideia, que aponta empate técnico no cenário de segundo turno entre Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Lula (PT). Bolsonaro tem 45,8% contra 45,5% de Lula, dentro da margem de erro de 2,5 pontos percentuais. O mercado permanece atento à trajetória fiscal de 2027.
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