- Martha Graeff publicou vídeo negando envolvimento no caso do Banco Master e afirmou não estar sendo investigada nem acusada.
- A influenciadora disse não conhecer irregularidades na época do relacionamento com o empresário Daniel Vorcaro, iniciado há cerca de dois anos.
- Ela afirmou não ter recebido benefício financeiro relacionado a Vorcaro e que seu patrimônio não mudou nos últimos anos.
- Martha criticou o vazamento de mensagens íntimas, classificando-o como violência e tentativa de desviar o foco das investigações.
- O caso envolve Vorcaro e o Banco Master, liquidado pelo Banco Central em novembro de 2025; Vorcaro firmou acordo de confidencialidade em março de 2026 que pode resultar em delação premiada.
- O Master gerou rombo de quase R$ 52 bilhões no FGC, com impactos adicionais de quase R$ 2 bilhões a estados e municípios; a operação de venda ao BRB foi barrada pelo BC.
Em vídeo publicado nas redes, a influenciadora Martha Graeff, ex-namorada do empresário Daniel Vorcaro, negou envolvimento no caso que envolve o Banco Master. Ela afirmou que não está sendo investigada e desconhecia irregularidades no período do relacionamento, iniciado cerca de dois anos atrás.
Martha afirmou ter sido alvo de ataques nas últimas semanas e descreveu a situação como violenta. Ela disse que outras mulheres podem ter passado por situações semelhantes, sem detalhar registros de casos paralelos.
A influenciadora negou ter recebido qualquer benefício financeiro relacionado ao empresário e sustentou que seu patrimônio permanece inalterado nos últimos anos. Também rejeitou informações sobre a posse de imóveis, veículos ou embarcações.
Ela comentou ainda que houve divulgação de mensagens íntimas consideradas uma covardia, atribuída a uma tentativa de desviar o foco das investigações. A publicação do vídeo teve como objetivo apresentar sua versão dos fatos.
Caso Master e delação
O Banco Master foi liquidado pelo Banco Central em novembro de 2025. Em 19 de março de 2026, o fundador Daniel Vorcaro firmou um acordo de confidencialidade com a Polícia Federal e com a PGR, abrindo possibilidade de delação premiada.
O acordo ocorreu quase um ano após o anúncio de compra do Master pelo BRB, que foi barrada pelo BC. O BRB busca mecanismos para recuperação financeira após esse episódio.
O Master teve impacto significativo no FGC, com rombo de quase 52 bilhões de reais, apesar de representar uma participação pequena no sistema financeiro. O caso também gerou prejuízos a Estados e municípios, impactando fundos de Previdência.
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